domingo, maio 03, 2009

Sangue Fresco - Charlaine Harris

"Uma grande mudança social está a afectar toda a humanidade. Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças...

Sookie Stackhouse é uma empregada de mesa numa pequena vila de Louisiana. É sossegada, tímida, e não sai muito. Não porque não seja bonita - porque é - mas acontece que Sookie tem um certo "problema": consegue ler os pensamentos dos outros. Isso não a torna uma pessoa muito sociável.

Então surge Bill: alto, moreno, bonito, a quem Sookie não consegue ouvir os pensamentos. Com bons ou maus pensamentos ele é exactamente o tipo de homem com quem ela sonha. Mas Bill tem o seu próprio problema: é um vampiro. Para além da má reputação, ele relaciona-se com os mais temidos e difamados vampiros e, tal como eles, é suspeito de todos os males que acontecem nas redondezas. Quando a sua colega é morta, Sookie percebe que a maldade veio para ficar nesta pequena terra de Louisiana.

Aos poucos, uma nova subcultura dispersa-se um pouco por todos os lados e descobre-se que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das drogas mais poderosas e desejadas. Será que ao aceitar os vampiros a humanidade acabou de aceitar a sua própria extinação?"
Para leres a minha opinião, clica sobre a imagem.

O livro que deu origem ao mega sucesso televisivo da HBO, Sangue Fresco:

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quinta-feira, fevereiro 19, 2009

Glória Mortal - J. D. Robb

«A primeira vítima foi encontrada num passeio à chuva. A segunda foi morta no próprio apartamento. Eve Dallas, tenente da polícia de Nova Iorque, não te, dificuldade em ligar os dois crimes. Afinal, ambas as mulheres eram bonitas, famosas, e as suas vidas e amores glamorosos enchiam as capas das revistas. As suas relações íntimas com homens poderosos dão a Eve uma longa lista de suspeitos, incluindo Roarke, o seu próprio companheiro. Como mulher, Eve tem toda a confiança no homem que partilha a sua cama. Mas como polícia, é sua obrigação seguir todas as pistas... investigar todos os rumores escandalosos... explorar todas as paixões secretas, por mais obscuras que sejam. Ou perigosas!»

"J. D. Robb é Nora Roberts com um sorriso malandro no canto da boca." Los Angeles Daily New

Se ainda há pouco estava a dizer que o próximo livro que vou ler é Tesouros Escondidos da Nora Roberts, o próximo livro que vou comprar é Fama Mortal, que sai já amanhã (muito tarde, quando penso que o livro já tem mais de 10 anos). Até que enfim! Porque é que eu gosto dos livros de J. D. Robb? Prendem-me. Não consigo parar de ler enquanto não os acabo, e sofro de ansiedade até que saia o próximo. Sou capaz de passar uns três dias a sonhar com o livro depois de o ler. Vejo as cenas a passarem-me na cabeça. Apesar de também entrar na categoria de romance, este está em segundo plano. J. D. Robb é um autor de policiais, mas qual o polícia que não tem sexo? Por isso, tudo na dose certa. Se por um lado, temos o desenvolvimento da relação da Dallas-Roarke; por outro, temos também o amadurecimento das personagens e o contínuo descobrimento dos protagonistas. Não posso, no entanto, deixar de dizer que há coisas no livro que não me seduzem como a visão futurística do mundo. Convivermos com droides, carros voadores, café verdadeiro a preços de luxo, ... não combinam comigo. Eu preciso da minha serra, não quero prédios, já tenho problemas que cheguem com o carro sem ser preciso olhar para baixo ou para cima para ver se vem algum carro e, de futuro, acho que vou precisar de muito café, a preços razoáveis. Ah, e em termos de mistério, deixa um pouco desejar (ou então, de tanto livro, já me tornei clarividente). De resto... Quero mais.

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Luzes do Norte - Nora Roberts

«A vila de Lunacy é a última chance para Nate Burke. Como polícia em Baltimore, assistiu à morte do colega na rua, e a culpa ainda o persegue. Sem mais nenhum lugar para onde ir, aceita a função de Chefe de Polícia nessa pequena e remota vila do Alasca. Para além de intervir no atropelamento de um veado, a primeira semana de trabalho parece-lhe relativamente calma. E quando começa a perguntar-se se a mudança não terá sido um grande erro, um beijo tão imprevisto quanto arrebatador na passagem do ano, sob as brilhantes luzes do norte do céu do Alasca, levanta o seu espírito e convence-o a ficar mais algum tempo.
Meg Galloway, nascida e criada em Lunacy, está habituada à solidão. Era apenas uma jovem quando o seu pai desapareceu, e teve de aprender a ser independente, pilotando a sua pequena avioneta e vivendo nos arredores da vila na companhia dos seus huskies. Depois do beijo ao novo Chefe da Polícia, permite-se ceder à paixão, mas sempre determinada a manter as coisas o mais simples possíveis. Mas há algo nos olhos tristes de Nate que se enfia debaixo da sua pele e lhe aquece o coração gelado.
E, agora, as coisas em Lunacy começam a aquecer. Há alguns anos, numa das majestosas montanhas que sombreiam a vila, ocorreu um crime que nunca foi resolvido e Nate suspeita que o assassino continua em Lunacy. A sua investigação vai desenterrar segredos e suspeitas que se escondem sob a superfície plácida do lugar, bem como trazer ao de cima o instinto de sobrevivência que fez dele um dos melhores polícias de Baltimore. O que ele não podia saber é que a sua descoberta vai ameaçar a nova vida e o novo amor que pensava ter finalmente conseguido.»

Acabei de comprar o novo livro da Nora, Tesouros Escondidos. Será a minha próxima leitura. Mas entretanto quero deixar-vos, aqui, o que achei dos outros e que, por falta até de paciência, ainda não tinha publicado. Quero lembrar (acho que fica sempre bem fazê-lo ao início antes que se iludam) que o que escrevo sobre cada livro, não é uma crítica de palavras caras. Para isso, podem ler os especialistas, o New York Times, e, em alguns casos, até podem pedir a opinião do Marcelo Rebelo de Sousa (sobre Nora Roberts??). O que deixo sempre aqui é uma descrição do que senti, ou do que eu pensei, ou lembrei ao ler o livro. Este livro, por contar um história que se passa no Alasca, provocou em mim uma forte vontade de procurar um chalé, numa montanha, junto a um lago, com varanda onde eu pudesse passar um bocado, sentada, com uma manta nas pernas e uma chávena de café (ou chocolate) bem quente nas mãos. Acho que seria excelente. Podia ficar nos arredores de uma pequena vila, sem assassinos, onde houvesse um bar, com pessoas simpáticas, conhecidas, para eu meter conversa enquanto bebesse o meu copo de vinho tinto. Quem me conhece sabe que eu não sou nada assim. Mas não acham que seria muito mais fácil chegar a um sítio e começar do zero. As pessoas não nos conhecem, podemos contar os nossos segredos. Passadas duas semanas as férias acabam, voltamos a casa. Ficamos com a experiência e eles ficam (talvez) com a imagem de mais uma doida ou lunática (como no livro) que por ali passou. Não me importava de assistir ao degelo, e não me importava de ver cair as primeiras neves. Vocês podiam dizer: "para isso tens a Serra da Estrela mesmo aqui ao lado". Talvez, mas eu também não me importava de ver as luzes do norte. Uma coisa são fotografias, mas deve ser um espetáculo só realmente sentido quando por nós experienciado. Deve ser (antes de científico) mágico. Ah sim, não nos vamos esquecer que polícias tristes, bons e talentosos também vão bem na fotografia ;) Um polícia que tem de lidar com a sua depressão, com sucesso, ao mesmo tempo que os dias se tornam mais longos, há mais luz natural e o Inverno dá lugar à Primavera.
À medida que ia lendo, ia vendo cenas de Amor no Alasca a passar na minha cabeça. Claro, os protagonistas nem são parecidos, mas feitos os ajustes...
Se aconselho? Estamos a falar de romances, com uma mão cheia de policial e uma pitada de mistério. Nem toda a gente gosta. Os fãs da Nora devem lê-lo, claro. Se ainda não leram nenhum livro desta autora, este é bom para começar. E depois, já não podes largar :P

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quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Dúvida



1964, Escola de St. Nicholas, Bronx. Um animado e carismático sacerdote, o padre Flynn (Philip Seymour Hoffman) está a tentar acabar com os austeros uniformes escolares que são defendidos ferozmente, há já muito tempo, pela irmã Aloysius Beauvier (Meryl Streep), a directora com mão de ferro que acredita no poder do medo e da disciplina. Os ventos da mudança política estendem-se pela comunidade e a escola acaba de aceitar o seu primeiro estudante negro, Donald Miller (Joseph Foster). Mas quando a irmã James (Amy Adams), uma inocente optimista, partilha com a irmã Aloysius a sua suspeita de que o padre Flynn presta demasiada atenção a Donald, a directora enceta uma cruzada pessoal para descobrir a verdade e expurgar Flynn da escola. Sem nenhuma prova para além da sua certeza moral, a irmã Aloysius vai entrar numa batalha de força com o padre Flynn que vai dividir a comunidade com consequências irrevogáveis. (Cinema PTGate)
Estrei 05 de Fevereiro

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sexta-feira, janeiro 16, 2009

10 Lugares Míticos Onde Quererias Viver

10 Valhalla
Justificar completamenteRazão para viver aqui: viver ao lado de deuses e outros heróis.
Situava-se em Asgard, o reino dos deuses nórdicos, onde Odin se impunha. Seria para aqui que os guerreiros vikings viriam depois de morrerem em batalha. Chegados ao reino, integrariam o exército de Odin para defenderem o castelo. No fim, eram recompensados com refeições dignas de deuses e orgias pela noite dentro com as valquírias, filhas de Odin.

9 Camelot
Razão para viver aqui: Um dos reis mais conhecidos, Artur, terá reinado a partir daqui.
Quem nunca ouviu falar do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda, da Grã-Bretanha? Durante um reinado magnífico de Artur, onde vigorou a paz e a justiça, teria sido aqui que os cavaleiros se teriam comprometido a encontrar o Cálice Sagrado. Ah, e quem não gosta de um belo Lancelot (seja um Richard Gere ou um Ioan Gruffudd) ou de uma bonita Guinevere?

8 Utopia
Razão para viver aqui: sistema socio-político-legal perfeito
Utopia é uma ilha imaginada por Thomas More, no séc. XVI, localizada no Oceano Atlântico, onde vigorava a sociedade ideal. Depois do livro ter sido escrito, utopia passou a ser um termo de ideal irrealizavel, perfeição impossivel, fantasia.

7 Avalon
Razão para viver aqui: se boa o suficiente para Jesus, também o é para nós.
Localizada algures nas ilhas britânicas (a maioria das versões concorda com Glastonbury), terá sido aqui que a Excalibur foi forjada e onde o Rei Artur encontrou a paz eterna. Era conhecida como sendo uma das Ilhas Afortunadas, nomeadamente em maçãs. Além disso, numa das muitos versões controversas, Jesus, depois de ter "morrido e ressuscitado" terá vindo fazer uma visita à cidade. Se é bom para Ele, porque não para nós?

6 Beimeni
Razão para viver aqui: não se envelhece.
Na prática, este não é um lugar propriamente mítico, porque parece que é consenso geral que se localiza na ilha de Bimini, nas Bahamas. E também não é totalmente falso que não se envelhece. Ao que parece, há uns anos atrás, uns séculos, vá!, Juan Ponce de León, na sua procura pela Fonte de Juventude, encontrou este lugar e a verdade é que, pela qualidade da água, pelos minerais da água, ela parece realmente ter alguns poderes curativos, não que isso se note no povo de Bimini (pelo menos à vista desarmada). Poderão encontrar uma pequena fonte, com uma placa identificativa, na estrada que leva ao Aeoroporto. Mais não sei dizer.

5 El Dorado
Razão para viver aqui: muito, muito ouro.
Na verdade, o que originou toda a lenda de El Dorado não tem muito, muito ouro. Tudo começou com o chefe tribal de Muíscas, uma tribo que ainda hoje se pode encontrar na Colômbia, no meio dos Andes. Terá sido por aí, que um espanhol, Jiménez de Quesada, encontrou o homem que se pintava com pó de ouro. De um único homem, para uma cidade inteira revestida de ouro, foi um pulo pequeno mas que vincou durante toda a colonização sul-americana. Ainda hoje, esta "cidade" é procurada por muitos, sendo um dos muitos Santos Grais que andam por aí. Também não seria de esperar menos, uma vez que a lenda conta que esta cidade proporcionava qualquer coisa que quiséssemos. Nunca sairíamos insatisfeitos da cidade.

4 Ys
Razão para viver aqui: orgias.
Ys foi uma das cidades mais bonitas e impressionantes, construída abaixo do nível das águas, por Gradlon, Rei da Cornualha, para a sua filha Dahut que adorava o mar. Acontece que Dahut era muito marota e introduziu as festas e orgias na cultura do povo (e era também diabólica, porque de manhã, matava os amantes, mas isso era problema vosso, rapazes). Com as suas atitudes, a princesa irritou os deuses que provocaram uma tempestade, um maremoto que terá engolido a cidade. Existe uma lenda francesa que diz que quando Paris for engolida pela água, Ys voltará a emergir.

3 Shangri-La
Razão para viver aqui: felicidade eterna
Shangri-La não se pode chamar de mítica, é ficcional. Foi descrita por James Hilton, em Lost Horizon uns anos antes da 2ª Grande Guerra. Criou tanto furor que Hitler chegou a mandar uma expedição à sua procura. Esta cidade parece se basear na cidade, esta sim, mítica, de Shambhala, conhecida na tradição budista como centro de irradiação da bem-aventurança e residência dos sábios e de Kuan Yin, a divindade budista da mericórdia. Tal como Shambhala, Shangri-La é uma cidade "fonte de felicidade" e de quase imortalidade, onde se pode atingir uma idade superior a uma esperança média de vida normal, e estará perdida algures num vale dos Himalaias.

2 Éden
Razão para viver aqui: não se fazia nada, comia-se e andavam nus.
Bem toda a gente conhece o que a Bíblia diz sobre o jardim do Éden, incluindo os que não a lêem. Um lugar onde todas as espécies conviviam em harmonia, onde Adão e Eva podiam fazer o que quisessem, excepto comer da Árvore do Conhecimento e, ups!, o que fizeram eles? Comeram o fruto proíbido. Eles são os culpados, em última análise, da moda. Mas, enfim, até serem expulsos, este teria sido um paraíso que muitos acreditam que realmente existiu, possivelmente na antiga Mesopotâmia, actual Iraque.

1 Atlântida
Razão para aqui viver: há quem creia que a sua localização seja nos Açores.
A Atlântida foi primeiramente descrita por Platão. E nesta descrição vou alargar-me um pouco mais, pois não é todos os dias que se ouve dizer que Atlântida, o continente perdido, deu origem aos Açores. Para chegar mais perto da sua amada que vivia em terra, Poseidon, deus dos mares, construiu canais e fossos com água, lagos e riachos, que por sua vez tornaram a terra fértil e rica em minerais, como ouro, prata, estanho e até um metal único de Atlântica, mais belo que o próprio ouro, a que Platão chamou oricalco, rica em marfim, madeiras tidas como preciosas, minas de todos os metais, animais. Esta era uma ilha do tamanho de um continente pequeno. Ao que parece, Poseidon teve dez filhos, pelo que dividiu a ilha em dez principados, encabeçados pelo filho mais velho Atlas, que governaria também o oceano, daí o nome Oceano Atlântico. Ora, uma terra assim era cobiçada por muitos. Por isso, Poseidon mantinha o seu exército em constantes treinos. As defesas correram tão bem, que os atlantes tornaram-se orgulhosos, vaidosos e gananciosos. Poseidon não gostou, convocou um concílio dos deuses e preparou um castigo exemplar. Assim, depois de uma série de terramotos, a terra foi engolida ainda pelo mar. Haviam nove montanhas que por serem tão altas não submergiram por completo. O que ficou por cima do nível das águas deu origem às nove ilhas dos Açores. Tirando esta versão, as localizações possíveis e mais prováveis (no mínimo da cidade na qual a lenda se baseou) encontram-se no Mar Mediterrâneo, um pouco por toda a parte.

Fontes: List Universe, Wikipedia (inglês e português), outras fontes.

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quinta-feira, janeiro 15, 2009

O Estranho Caso de Benjamin Button



Esta é a história invulgar de um homem que nasce com 80 anos e regride na sua idade; um homem que, como qualquer um de nós, é incapaz de parar o tempo. Durante a sua invulgar viagem, conhecemos as pessoas e os lugares que Benjamin descobre ao longo do seu caminho, dos seus amores, alegrias da vida e da tristeza da morte, e daquilo que dura para além do tempo. (Cinema PTGate)
Estreia 15 de Janeiro

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