Seguindo uma dica da Super Interessante, fui procurar a lista dos filmes que mais receitas (em milhões de dólares) geraram nos cinemas, de todos os tempos, ajustando-as aos preços médios actuais dos bilhetes. Trago-te então a lista dos 15 mais. Para conheceres os 100 mais, clica aqui.
15 A Golpada (1973) - $640
De George Roy Hill, Comédia, Crime
14 A Guerra das Estrelas: O Regresso de Jedi (1983) - $675
De Richard Marquand, Aventura, Ficção-científica
13 Ben-Hur (1959) - $703
De William Wyler, Drama Épico
12 A Guerra das Estrelas: O Império Contra-Ataca (1980) - $704
De Irvin Kershner, Aventura, Ficção-científica
11 Os 101 Dálmatas (1961) - $717
De Clyde Geronimi, Hamilton Luske, Wolfgang Reitherman, Animação
10 Branca de Neve e os Sete Anões (1937) - $782
De David Hand, Animação
9 O Exorcista (1973) - $793
De William Friedkin, Terror
8 Doutor Zhivago (1965) - $891
De David Lean, Romance Épico
7 Tubarão (1975) - $919
De Steven Spielberg, Thriller, Terror
6 Titanic (1997) - $921
De James Cameron, Romance
5 Os Dez Mandamentos (1956) - $940
De Cecil B. DeMille, Épico
4 ET - O Extraterrestre (1982) - $1018
De Steven Spielberg, Aventura, Ficção-científica
3 Música no Coração (1965) - $1022
De Robert Wise, Musical
2 A Guerra das Estrelas (1977) - $1278
De George Lucas, Aventura, Ficção-científica
1 E Tudo o Vento Levou (1939) - $1455
De Victor Fleming, Drama Épico Fonte: Box Office Mojo, Super Interessante (Ago 09)
Ok, este é um post muito pessoal. É a minha lista, e podia ter incluído mais alguns. Só que esses alguns fazem parte daquele tipo de filmes em que já estás cansada de algumas cenas e começas a passá-las à frente. Estes 7 filmes são aqueles que eu vejo do princípio ao fim, sem corte de cenas. Não tenho preferência por um género, a minha personalidade é gostar de tudo um pouco. São filmes que por uma razão ou outra me marcaram, ou pelas circunstâncias ou pela história. Façam a vossa lista.
Duelo de Titãs (2000)
Género: Drama Com Denzel Washington, Will Patton, Donald Faison, Wood Harris, Ryan Hurst, Kate Bosworth, Ryan Gosling. Herman Boone (Denzel Washington) é contratado para ser treinador de uma equipa de futebol americano do Liceu T. C. Williams, Virgínia, início dos anos 70, dividida pelo racismo. A integração racial dos estabelecimentos de ensino norte-americanos está em curso e as relações entre estudantes é complicada. Contrariamente a todas as expectativas, Boone consegue derrubar as barreiras raciais existentes e fazer da equipa um grupo unido. (Baseado em acontecimentos reais, é um dos meus filmes preferidos pela história e pela mudança.)
Wimbledon - Encontro Perfeito (2004)
Género: Comédia, Romance Com Kirsten Dunst, Paul Bettany, Kyle Hyde, Robert Lindsay, Bernard Hill, Sam Neill, James McAvoy, Jon Favreau. Peter Colt (Paul Bettany) é um tenista sem sorte no jogo e no amor. Com um "wildcard", consegue ir jogar no prestigiado torneio de Wimbledon, onde se apaixona pela estrela Lizzie Bradbury (Kirsten Dunst). Subitamente inspirado pela sua nova paixão e protegido pela sorte, Peter vê a possibilidade de realizar o seu sonho...e vencer o torneio. (Apesar de ser uma história previsível e que se pode esquecer assim que acaba o filme, talvez por envolver o ténis, gosto dele, e vejo sempre que há um grand slam.)
América Proibída (1998)
Género: Drama Com Edward Norton, Edward Furlong, Fairuza Balk, Beverly D'Angelo, Elliott Gould. Depois de uma vida dedicada à violência, um homem vai ter que lutar contra os seus ideais para não colocar em perigo os seus laços. Danny Vinyard (Edward Furlong) é um adolescente influenciado pelo irmão mais velho, Derek (Edward Norton), um skinhead repleto de ódio por todos os que são diferentes de si. A aversão a outras raças dispara com a morte do pai. Ele inicia uma viagem ao mundo da violência que o vai levar à prisão. Nesse período de solidão Derek apercebe-se que pode ser um homem diferente. A sua única incerteza é se vai ser capaz de ajudar o seu irmão. (O meu primeiro filme preferido. Se tivesse que ordenar esta lista, este filme estaria no topo. Um filme bastante intenso e marcante.)
Armageddon (1998)
Género: Ficção Científica, Acção Com Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck, Liv Tyler, Will Patton, Steve Buscemi, William Fichtner, Owen Wilson, Michael Clarke Duncan, Jason Isaacs, Eddie Griffin, Charlton Heston. Um asteróide do tamanho do Estado do Texas dirige-se para a Terra a alta velocidade. O seu impacto contra o planeta significará o desaparecimento do mesmo. Depois de descobrir a situação e com uma margem de actuação de doze dias, o director da NASA, Dan Truman (Billy Bob Thorton), decide enviar doze homens liderados por Harry S. Stamper (Bruce Willis) - o melhor profissional na realização de prospecções - para que cheguem até à superfície do meteorito, a perfurem e introduzam um dispositivo nuclear que o faça explodir em mil pedaços. (Em termos de ficção científica, só vou até aqui, nada de ETs, de hobbits, ou de feiticeiros com cicatrizes na testa. Por outro lado, nunca chorei no Titanic, no Pearl Harbor - enfim, os filmes típicos que dão para chorar -, mas chega a hora do homem ficar para tráz no asteróide e eu desmancho-me sempre, sempre, de todas as vezes.)
P.S. - I Love You (2007)
Género: Drama, Romance Com Hilary Swank, Gerard Butler, Gina Gershon, James Marsters, Lisa Kudrow, Kathy Bates. Holly Kennedy (Hilary Swank) é atraente, inteligente e casada com o amor da sua vida - Gerry (Gerard Butler), um impetuoso e divertido irlandês. Quando uma doença tira a vida a Gerry, Holly fica em estado de choque. A única pessoa que a pode ajudar é aquela que já não está com ela. Ninguém conhecia Holly como Gerry, e por isso antes de morrer ele escreveu uma série de cartas. Cada carta, que vai chegando até Holly de forma inesperada, ajuda-a a ultrapassar o luto e a redescobrir-se, terminando sempre com um "P.S. I Love You". Os familiares e amigos receiam que as cartas não deixem Holly esquecer o passado mas, para ela, as palavras de Gerry servem de guia para uma tocante e hilariante viagem de redescoberta do seu casamento. (Antes do filme sair, muito antes, li o livro e apaixonei-me. Passado um ano ou dois, saiu para os cinemas e eu apaixonei-me pelo filme, talvez por falar em possibilidades, em sonhos. Adoro.)
Páginas de Liberdade (2007)
Género: Drama Com Hilary Swank, Patrick Dempsey, Glenn Scott, Imelda Staunton. A duplamente galardoada com um "Óscar da Academia" Hilary Swank brilha nesta apaixonante história sobre jovens vindos de bairros degradados, criados no meio de tiroteios e de um ambiente violento, e uma professora que lhes dá o que eles mais precisam: uma voz própria. Largada na "zona de tiro" de uma escola dilacerada pela violência e pela tensão racial, a professora Erin Gruwell trava uma batalha para fazer com que a sala de aulas passe a ter importância nas vidas destes estudantes. Agora, contando as suas próprias histórias e ouvindo as histórias dos outros, um grupo de jovens, supostamente "incorrigíveis", irá descobrir o poder da tolerância, reclamar as suas vidas despedaçadas e mudar os seus mundos. Com desempenhos electrizantes por parte de um elenco de estrelas, em que se inclui o vencedor do Globo de Ouro Patrick Dempsey (Anatomia de Grey) e a estrela de música Mário, Páginas de Liberdade é baseado no aclamado best-seller, The Freedom Writers Diary. (Mais um filme baseado na realidade. Antes de ter estreado ontem na televisão portuguesa, já eu o tinha visto vezes sem conta, e quem segue o blog sabe que sim. Dos melhores...)
Ratatui (2007)
Género: Animação, Comédia Com Patton Oswalt, Brian Dennehy, Janeane Garofalo, Ian Holm, Peter O'Toole. No mundo dos ratos, Remy está destinado a uma vida de um simples "detector de veneno" utilizando o seu talento único para seleccionar o lixo "seguro" para a sua família comer. Mas considera-se um criador. Quando não está à procura dos restos de comida gourmet, está ocupado a estudar com a máxima atenção o seu bem mais precioso, o já gasto livro de culinária do magnífico chefe de cozinha, o falecido Chefe Auguste Gusteau. Quando o destino o faz literalmente cair na cozinha de Gusteau, no restaurante mundialmente famoso do seu ídolo em Paris, Remy vive o seu sonho de cozinhar, embora de forma pouco convencional, numa cozinha de verdade. (Sim, sim, eu também gosto de desenhos animados, e este filme só representa todos (ou quse todos) os do seu género, principalmente, porque me fazem esquecer da realidade e me fazem rir com vontade.)
Esta é a minha lista, mas há muitos filmes que adoro, muitos entre comédias românticas (Notting Hill), dramas (Rebeldes do Bairro), ficção científica (O Dia Depois De Amanhã), filmes baseados em factos reais (A Lista De Schindler), desenhos animados (Ice Ages), etc. Mas como vos disse, façam a vossa lista.
"Natches Mackay separou-se da sua família, anos antes, excepto dos dois primos que lhe deram a única família que ele alguma vez conheceu. Agora, ele é arrastado para a vida do seu pai de formas que podem destruir, a si próprio e a mulher que o desafia além da razão: agente Chaya Dane. Esta luta por deixar o seu próprio passado para trás de si. Mas uma missão em Somerset, Kentucky, trá-la de volta aos sonhos de Natches - e para as sombras do pai dele, suspeito do roubo de mísseis. Poderá custar a Chaya mais do que ela imaginou." Para leres a minha opinião, clica sobre a imagem.
«Em Uma Questão de Escolha, Jessica Winslow, dona de uma loja de antiguidades, torna-se o alvo de uma rede internacional de tráfico de objectos de arte. James Sladerman é o polícia enviado para protegê-la, mas James terá que lutar não só contra o perigo, mas também contra o desejo que o envolve pela bonita antiquária... Leia a novela que inspirou o soberbo romance Tesouros Escondidos de Nora Roberts e envolva-se pelo mistério e suspense que o deixarão desejoso de ler a história até ao fim.»
"Reece Gilmore foge de um passado traumático como única sobrevivente de um crime brutal em que viu todos os seus amigos morrer. Um dia chega a Angel's Fist, um lugar idílico rodeado por belas montanhas, e decide aceitar um emprego no restaurante local como cozinheira. Reece cedo encanta os locais com os seus dotes de culinária. Afinal de contas, era uma famosa chefe de cozinha na Costa Leste, mas continua atormentada pelo crime de que foi vítima, e luta constantemente contra os pesadelos que a assombram. Até que um dia é a única testemunha de um novo homícidio...
Sendo tão frágil e dada a ataques de pânico, ninguém na cidade parece acreditar em Reece a não ser Brody, um irascível e atraente escritor de policiais. E quando uma série de eventos perigosos tornam claro que alguém está a tentar enlouquecer Reece e a eliminá-la do caminho, ela terá que confiar em Brody, e em si própria, para descobrir se existe ou não um assassino em Angel's Fist. Venha descobrir a beleza das montanhas americanas e as fantásticas receitas de culinária de Reece Gilmore, nesta apaixonante história de crime, loucura e amor de Nora Roberts."
"A história enternecedora e inesquecível de uma família e do seu cão mal comportado que ensina o que realmente importa na vida. Esta podia ser a sua história: chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, «uma bola de pêlo amarelo em forma de cachorro», que, rapidamente, se tranformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas:arrombava portas, esgadanhava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo a que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, tão pouco, a «escola de boas maneiras», de onde, aliás, foi expulso. Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e o seu desgosto com a morte prematura do feto, esteve presente no nascimento dos bebés ou quando os gritos de uma vítima de esfaqueamento ecoaram pela noite dentro. Conseguiu ainda a «proeza» de encerrar uma praia pública e arranjou um papel numa longa-metragem, através do qual se fartou de «conquistar» corações humanos. A família Grogan aprendeu, na prática, que o amor se manifesta de muitas maneiras... e feitios." Para leres a minha opinião, clica na imagem.
Guerrilla gardening, que vou traduzir (não que seja extremamente necessário) por guerrilha de jardinagem, é jardinagem política, uma forma de acção não-violenta, originalmente praticada por ambientalistas. Está relacionada com direitos de propriedade, reformas agrícolas e permacultura. Os activistas tomam um terreno abandonado que não é sua propriedade e constroem jardins (grandes ou pequenos, dependendo do terreno). Os "jardineiros" acreditam na reconsideração do dono da propriedade reclamando a negligência ou o desuso do espaço, dando-lhe uma nova função (muitas vezes uma função que consiste apenas em embelezar a cidade, a zona ou o bairro). Alguns guerrilheiros tomam as suas acções de noite, em relativo segredo, para plantar e manter o novo jardim. Outros trabalham mais abertamente, por forma a angariar novos membros da comunidade local. Mas não se deixem enganar, a partir do momento em que estão a usar uma terra que não é vossa, é ilegal.
Aparentemente, o registo mais antigo situa-se em 1973 e desde então tem vindo a tonar-se cada vez mais conhecido e cada vez com mais membros e organizações por todo o mundo (veja-se).
5 Passos para te tornares um guerrilla gardener:
1 Escolhe a tua imagem de marca Farás parte de um grupo organizado ou trabalharás sozinho nas traseiras do teu prédio? Define-te.
2 A tua estratégia de batalha Escolhe uma localização, tendo em conta aquilo que precisarás, os custos, e o tamanho da ilegalidade que estás disposto a cometer. Também a altura do dia será importante dependendo da tua relação notoriedade/identificação.
3 Logística Certifica-te de que levas tudo o que será preciso: sementes, plantas, pás, terra, etc, etc, mas também vassouras, baldes, sacos de lixo. No geral, tem em atenção que deves deixar o sítio com melhor aspecto do que quando o encontraste.
4 Leva uma rapariga Parece estúpido mas a verdade é que se te virem (a ti que és rapaz) a jardinar sozinho numa terra que não é tua, vão pensar que és maluco e não te darão crédito, e, principalmente, terás de lutar com o estereótipo de que os homens não sabe, jardinar e por isso a tua tarefa não resultará em nada. Se levares uma rapariga, ganhas crédito aos olhos dos outros (não te esqueças que tudo isto é um acto político e tu queres alguma visibilidade). Se estiveres preocupado com o facto de seres apanhado pela polícia e teres de fugir, leva uma rapariga nova e que saiba correr.
5 Conselho adicional Escolhe plantas perenes e de fácil manutenção. Pois porque este acto não é só plantar, mas também manter os jardins que já construíste. Vais ter de voltar ao local do crime algumas vezes mais, por isso, quanto menos frágeis forem as tuas flores, melhor para ti.
«Espião ocasional e restaurador de arte, Gabriel Allon chega a Zurique para restaurar a obra de um Velho Mestre, a pedido de um banqueiro milionário. Em vez disso, dá por si manchado com o sangue do cliente e injustamente acusado do seu homicídio. Allon vê-se inesperadamente a braços com uma voraz cadeia de acontecimentos, incluindo roubos de arte pelos nazis, um suicídio com várias décadas e um trilho sangrento de assassínios - alguns da sua autoria. O mundo da espionagem que Allon pensava ter colocado de parte vai envolvê-lo uma vez mais. E ele terá de lutar pela vida com o assassino que ajudou a treinar.» Para leres a minha opinião, clica na imagem.
"Watchmen" passa-se numa América alternativa de 1985, na qual super-heróis mascarados são parte da estrutura comum da sociedade, e o Relógio do Juízo Final - que marca a tensão entre os Estados Unidos e a União Soviética - é permanentemente acertado em cinco minutos para a meia-noite. Quando um dos seus antigos colegas é assassinado, o abatido, mas não menos determinado, vigilante mascarado Rorschach decide investigar um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. À medida que ele se restabelece ligações com sua antiga legião de combate ao crime - um grupo desorganizado de super-heróis reformados, dos quais apenas um possui verdadeiros poderes - Rorschach vislumbra uma ampla e perturbadora conspiração que está ligada aos seus passados e a catastróficas consequências para o futuro. A missão deles é vigiar a humanidade, mas quem vigia os vigilantes? (ZON Lusomundo) Estreia 05 de Março
A história do filme tem como pano de fundo o mundo do Wrestling nos EUA mas é nos escalões mais amadores e secundários desta modalidade que encontramos o protagonista da história, Randy "The Ram" , uma antiga estrela da modalidade que atingiu o seu auge profissional nos anos 80 e que agora vive numa roulote. Randy sobrevive a trabalhar num supermercado e a fazer combates de exibição em pequenos recintos, junto com outros profissionais tão acabados como ele ou com jovens em início de carreira. Randy perdeu o contacto com a filha que abandonou quando era pequena e conta apenas com a amizade de uma simpática stripper. Um dia, após um combate de uma brutalidade invulgar, tem um ataque de coração e é operado de emergência. Salva-se por uma unha negra e o médico diz-lhe que tem que desistir de lutar. Mas Randy quer sair em grande da profissão, mesmo que isso signifique arriscar a vida. (ZON Lusomundo) Estreou 26 de Fevereiro
«Em Tesouros Escondidos, Nora Roberts leva-nos para o exótico e decadente mundo das antiguidades, com um enredo que mistura suspense e paixão como só a melhor escritora de literatura romântica poderia fazer. Dora Conroy tem uma pequena loja de antiguidades e, num leilão de arte, compra um quadro que é muito mais do que parece. Depois há o novo inquilino do apartamento por cima da sua loja, Jed Skimmerhorn, um ex-polícia que tem tanto de rude quanto de charmoso. Mas é ele quem a salva quando a loja é assaltada e Dora descobre que os outros compradores do mesmo leilão estão a ser assassinados. Juntando forças com Dora para descobrir quem está por detrás dos roubos e das mortes, Jed é atraído para a vida agitada de Dora e para o dia-a-dia da sua família excêntrica mas imensa calorosa. Quem ainda tem dúvidas sobre o talento de Nora Roberts para encantar e conquistar os tops de vendas, só tem de escolher um sofá confortável e descobrir estes Tesouros Escondidos.»
Ora, na sexta à tarde acabei de ler o Criado Secreto de Daniel Silva, e ontem à noite acabei de ler este livro. Acho que é uma boa média. E sabem que mais? Estou triste. Estou triste e sinto-me vazia porque o livro acabou depressa demais. Acho que quase nem tive tempo de o saborear, foi simplesmente devorado. Sou uma glutona :( Mas, tudo bem, se não começar por outro que tenho ali na prateleira, posso ir sempre reler cenas mais emocionanes dos outros livros dela. Estive a contar: tenho 40 livros da Nora e do seu pseudónimo. Depois fiz as contas ao dinheiro gasto: muito (só nesta autora). Mas, enfim, é algo que me transcende. É como uma droga. Como sempre, houveram alturas no livro em que eu tinha que me pôr mais confortável, preparar-me para o que viria. Mas não há grande suspense e, talvez, seja o que eu tenha gostado menos no livro. Desde o princípio que sabemos quem é o assassino, o manda-chuva. Acho que a Nora podia ter trabalhado um pouco mais nesse aspecto (ou talvez seja a minha cabeça que está feita para os espiões das leituras anteriores). Em contrapartida, qual é a romântica aparvalhada que não gosta de um herói polícia a salvar a sua "pseudo" donzela? Ah, e nada melhor do que chocolate e a música certa (com nível de som de acompanhamento), para acompanhar a leitura. Foram bons dias deitada no jardim a ler, como substituto do sofá confortável que é aconselhado. E agora? Vou ter de esperar até quando para ter outro livro da Nora? Bem, na quarta vou ver se compro o novo do pseudónimo dela, mas não é a mesma coisa. Por isso, é que eu fico vazia, porque sei que nada vai chegar aos calcanhares dela durante uns poucos de dias. Vão ser dias de amargura :P Se aconselho? Se forem românticas incuráveis, nada práticas e que não se preocupam com a ausência de mistério, sim, aconselho.
«Gabriel Allon é chamado para mais uma missão: ir a Amesterdão estudar os arquivos de um analista de terrorismo que acabou de ser assassinado. Chegado à cidade, Gabriel descobre contudo uma conspiração de terror no submundo islâmico e que tem Londres como alvo. A filha do embaixador americano é raptada e corre perigo de vida. Ao tentar salvá-la, Gabriel torna-se tembém um alvo dos terroristas. A inesperada aliança que forma com um homem que perdeu tudo devido à sua devoção ao Islão leva Gabriel a questionar a moralidade das táticas que usa e a arriscar a orópria vida.»
Bem, que livro! Um dos melhores que li do Daniel Silva. Por um lado, para quem nunca leu, é bom começar por este, porque de certeza que vai gostar, e de certeza que vai querer ler todos os outros para trás. Por outro lado, ler sem conhecer um pouco da vida de Gabriel pode ser arriscado. Bem, o que é que pode ser dito sobre o livro em si? Já vos disse que não parei de o ler, enquanto não acabou? Havia alguém que dizia, que os livros da série de Gabriel Allon começam de forma algo morna, e vai aquecendo até se tornar explosivo. Eu não descreveria melhor. O melhor do Daniel Silva é que ele tem sempre algo para ensinar nos seus livros (que de resto, é o que penso de qualquer livro, há sempre qualquer coisa a retirar). Neste livro em particular, ele aborda o número crescente de árabes no Ocidente, principalmente, na Europa, e uma eventual eminência de ataques em território europeu (que já temos assistido desde o 11 de Setembro: quem não se lembra do atentado em Madrid ou do atentado em Londres?). Obviamente, que também dá um pouco de destaque ao conflito israelo-palestiniano, ou não fosse Gabriel quem é, mas pela primeira vez, nesta série, não é o mais importante, pois Gabriel não está às ordens dos seus serviços mas sim, dos americanos e dos ingleses. Foi interessante esta nova abordagem. E, também, é uma estreia ver a outra hipótese de um árabe que sofreu em nome das suas crenças. Quando isto acontece, a maioria torna-se ainda mais fanático, com maior desejo de vingança. Neste livro, podemos ver o caso em que tal se dá, mas também alguém que vai pelo outro caminho, ou seja, que desiste, que abandona e que se torna apenas simpatizante, mas não activo na luta por Ala. Uma dicotomia interessante, representada por duas gerações da mesma família. Gostei muito do livro, por toda a informação que me proporcionou, por todos os cenários possíveis e explorados. Se aconselho? Claro. Pena que agora tenha que esperar, sabe Deus até quando, para ler o próximo (o próximo escrito por Silva, não o próximo editado pela Bertrand).
«Gabriel Allon foi em tempos um importante agente dos serviços secretos israelitas, mas agora só pensa em fugir do passado para viver uma vida tranquila como restaurador de arte. É no entanto chamado de volta às perigosas missões. A agente com quem terá de trabalhar esconde-se por detrás da sua própria máscara de sedutora modelo. O alvo de ambos: um astuto terrorista numa última onde de matança, um palestiniano fanático de nome Tariq, que desempenhou um papel negro no passado de Gabriel. Aquilo que começa por ser uma caça ao homem torna-se um duelo que atravessa o globo e é alimentado pela intriga política e por intensas paixões pessoais. Num mundo onde o sigilo e a duplicidade são absolutas, a vingança é um luxo sem preço, e a maior das obras de arte.»
Apesar da desconfiança, só hoje confirmei que este autor tem descendência portuguesa, mais precisamente, açoreana. Mais umas sementes da genialidade portuguesa espalhadas pelo mundo fora ;) Este livro vem no seguimento de grandes sucessos como o Confessor ou a Mensageira, mas não na ordem em que foi escrito. Isto é, este livro tem no mínimo 8 anos, e foi escrito muito antes dos dois referidos e de outros livros já editados em Portugal. De modos que nos deparamos com uma ordem de acontecimentos que não faz qualquer sentido. Agora imaginem: este é o primeiro livro escrito da série de Allon, o livro que li a seguir foi o sétimo, e o livro que vou ler a seguir (saído hoje para as livrarias) é o número dois. Não podemos esquecer que entretanto temos quatro livros, com uma personagem cheia de história. No livro que li antes deste (A Mensageira) ele tinha uma mulher, e agora nem sequer a conhece. Acho que é o único contra que posso apontar, e que não é algo que esteja diretamente relacionado com o autor, mas sim com as editoras. Consigo ver que o Código Da Vinci, de Dan Brown, abriu muitas portas a outros livros do género (contriariadores da Igreja, instigadores do pensamento próprio), que estavam esquecidos nas prateleiras, o que acabou por ser o caso de O Confessor. Quando este finalmente viu a luz do dia em Portugal, o autor tornou-se conhecido o suficiente para tornar viável a edição dos seus outros livros. Só agora nos chegam livros escritos antes desse best-seller. É de dar voltas à cabeça. Tanta coisa dita e nem sequer mencionei o tema central da série Allon, o conflito israelo-palestiniano. Não o pretendo fazer de forma crítica. Esta já é uma guerra que dura há muito tempo, e que muita gente nem sabe como ou quando começou. Pior, chegou ao ponto de quem faz a guerra, os próprios israelitas e palestinianos, não o saberem. Eu gosto do herói. Um pouco invulgar para heróis, mas talvez vulgar para espiões israelitas, não sei. Só sei que Daniel Silva nos transmite uma boa ideia de como será. Aquilo que me ficou derrepente na cabeça foi a comparação que um palestiniano (não lhe vou chamar terrorista, mas é isso que ele é no livro) faz do Bairro Alto de Lisboa com Beirute nos velhos tempos.
"Um denso nevoeiro atlântico subia pelo rio Tejo à medida que Kemel ia avançando pelas ruas apinhadas do Bairro Alto. Fim de tarde, os trabalhadores a fluir para casa vindos dos empregos, os bares e os cafés a encherem-se, os Lisboetas a fazer fila aos balcões das cervejarias para jantar. Kemel (o palestiniano) atravessou uma pequena praça: velhos a beber vinho tinto no ar fresco da noite; varinas, as vendedeiras de peixe, a lavar percas do mar nos seus cestos grandes. Passou a custo por uma viela estreita cheia de vendedores de roupas baratas e bugigangas. Um mendigo cego pediu-lhe dinheiro. Kemel deixou-lhe cair uns quantos escudos (percebem quando digo que o livro é antigo?) na caiza de madeira preta à volta do pescoço. Uma cigana ofereceu-se para lhe ler a sina. Kemel recusou educadamente e continuou a andar. O Bairro Alto lembrava-lhe Beirute nos velhos tempos - Beirute e os campos de refugiados, pensou. Em comparação, Zurique parecia fria e estéril. Não era de admirar que Kemel gostasse tanto de Lisboa. Entrou numa casa de fado apinhada e sentou-se. Um empregado colocou-lhe à frente uma garrafa verde de vinho da casa, juntamente com um copo. Acendeu um cigarro e serviu-se de um copo de vinho. Normal, nenhuma complexidade, mas surpreendentemente agradável. Um momento depois, o mesmo empregado foi para a parte da frente da sala apertada e parou ao lado de um par de guitarristas. Quando os guitarristas tocaram com suavidade os primeiros acordes tristes da música, o empregado fechou os olhos e começou a cantar. Kemel não conseguia compreender as palavras, mas rapidamente deu por si a ser arrebatado pela melodia lancinante. No meio da canção, um homem sentou-se ao lado de Kemel. Camisola de lã grossa, jaquetão manhoso, lenço apertado ao pescoço, barba por fazer. Parecia um trabalhador das docas vindo do cais. Inclinou-se para a frente e murmurou umas palavras a Kemel em português. Kemel encolheu os ombros. - Receio que não fale a língua. Voltou outra vez a atenção para o cantor. A música estava a chegar ao clímax emocional, mas, na tradição do fado, o cantor permaneceu direito como uma vareta, como se estivesse em sentido. O trabalhador das docas tocou ao de leve no cotovelo de Kemel e falou-lhe em português uma segunda vez. Desta vez, Kemel limitou-se a abanar a cabeça e manteve os olhos no cantor. Então, o trabalhador das docas inclinou-se para a frente e disse em árabe: - Perguntei-te se gostavas ou não de fado. Kemel voltou-se e olhou com atenção para o homem sentado ao seu lado. Tariq disse: - Vamos para um sítio qualquer mais sossegado onde possamos falar.
Caminharam do Bairro Alto até Alfama, um labirinto de vielas estreitas e degraus de pedra a serpentear por entre casas caiadas. (...) Tariq disse: - Não chegaste a responder à minha pergunta. - E que pergunta foi essa? - Gostas de fado? - Suponho que seja algo de que se aprenda a gostar. Sorriu e acrescentou: - Como a própria Lisboa. Por alguma razão, recorda-me a nossa terra. - O fado é uma música dedicada ao sofrimento e à dor. É por isso que te recorda a nossa terra. - Suponho que tenhas razão."
Há mais para descobrirem sobre Lisboa, aos olhos dos palestinianos, aos olhos de Daniel Silva.
«A vila de Lunacy é a última chance para Nate Burke. Como polícia em Baltimore, assistiu à morte do colega na rua, e a culpa ainda o persegue. Sem mais nenhum lugar para onde ir, aceita a função de Chefe de Polícia nessa pequena e remota vila do Alasca. Para além de intervir no atropelamento de um veado, a primeira semana de trabalho parece-lhe relativamente calma. E quando começa a perguntar-se se a mudança não terá sido um grande erro, um beijo tão imprevisto quanto arrebatador na passagem do ano, sob as brilhantes luzes do norte do céu do Alasca, levanta o seu espírito e convence-o a ficar mais algum tempo. Meg Galloway, nascida e criada em Lunacy, está habituada à solidão. Era apenas uma jovem quando o seu pai desapareceu, e teve de aprender a ser independente, pilotando a sua pequena avioneta e vivendo nos arredores da vila na companhia dos seus huskies. Depois do beijo ao novo Chefe da Polícia, permite-se ceder à paixão, mas sempre determinada a manter as coisas o mais simples possíveis. Mas há algo nos olhos tristes de Nate que se enfia debaixo da sua pele e lhe aquece o coração gelado. E, agora, as coisas em Lunacy começam a aquecer. Há alguns anos, numa das majestosas montanhas que sombreiam a vila, ocorreu um crime que nunca foi resolvido e Nate suspeita que o assassino continua em Lunacy. A sua investigação vai desenterrar segredos e suspeitas que se escondem sob a superfície plácida do lugar, bem como trazer ao de cima o instinto de sobrevivência que fez dele um dos melhores polícias de Baltimore. O que ele não podia saber é que a sua descoberta vai ameaçar a nova vida e o novo amor que pensava ter finalmente conseguido.»
Acabei de comprar o novo livro da Nora, Tesouros Escondidos. Será a minha próxima leitura. Mas entretanto quero deixar-vos, aqui, o que achei dos outros e que, por falta até de paciência, ainda não tinha publicado. Quero lembrar (acho que fica sempre bem fazê-lo ao início antes que se iludam) que o que escrevo sobre cada livro, não é uma crítica de palavras caras. Para isso, podem ler os especialistas, o New York Times, e, em alguns casos, até podem pedir a opinião do Marcelo Rebelo de Sousa (sobre Nora Roberts??). O que deixo sempre aqui é uma descrição do que senti, ou do que eu pensei, ou lembrei ao ler o livro. Este livro, por contar um história que se passa no Alasca, provocou em mim uma forte vontade de procurar um chalé, numa montanha, junto a um lago, com varanda onde eu pudesse passar um bocado, sentada, com uma manta nas pernas e uma chávena de café (ou chocolate) bem quente nas mãos. Acho que seria excelente. Podia ficar nos arredores de uma pequena vila, sem assassinos, onde houvesse um bar, com pessoas simpáticas, conhecidas, para eu meter conversa enquanto bebesse o meu copo de vinho tinto. Quem me conhece sabe que eu não sou nada assim. Mas não acham que seria muito mais fácil chegar a um sítio e começar do zero. As pessoas não nos conhecem, podemos contar os nossos segredos. Passadas duas semanas as férias acabam, voltamos a casa. Ficamos com a experiência e eles ficam (talvez) com a imagem de mais uma doida ou lunática (como no livro) que por ali passou. Não me importava de assistir ao degelo, e não me importava de ver cair as primeiras neves. Vocês podiam dizer: "para isso tens a Serra da Estrela mesmo aqui ao lado". Talvez, mas eu também não me importava de ver as luzes do norte. Uma coisa são fotografias, mas deve ser um espetáculo só realmente sentido quando por nós experienciado. Deve ser (antes de científico) mágico. Ah sim, não nos vamos esquecer que polícias tristes, bons e talentosos também vão bem na fotografia ;) Um polícia que tem de lidar com a sua depressão, com sucesso, ao mesmo tempo que os dias se tornam mais longos, há mais luz natural e o Inverno dá lugar à Primavera. À medida que ia lendo, ia vendo cenas de Amor no Alasca a passar na minha cabeça. Claro, os protagonistas nem são parecidos, mas feitos os ajustes... Se aconselho? Estamos a falar de romances, com uma mão cheia de policial e uma pitada de mistério. Nem toda a gente gosta. Os fãs da Nora devem lê-lo, claro. Se ainda não leram nenhum livro desta autora, este é bom para começar. E depois, já não podes largar :P
Natasha Martin (Nadia Bjorlin) é uma fanática por automobilismo e vocalista de uma das mais promissoras bandas da Costa Oeste, que acaba por se envolver numa competição de corridas ilegais com alguns dos carros mais caros do planeta, organizada apenas para o prazer de alguns milionários. (Cinema PTGate) Estreia 19 de Fevereiro
Complexo Baader Meinhof conta a história desde as origens até a morte dos principais líderes da RAF (Rote Armee Faktion) um grupo terrorista que sacudiu a Alemanha nos anos 70 com uma táctica extremamente agressiva de guerrilha urbana onde o assassinato não era problema. Este grupo era liderado por Andreas Baader e mais tarde teve a participação da jornalista Ulrike Meinhof.(ZON Lusomundo) Estreia 29 de Janeiro
Finais de 1870. O General Pang (Jet Li) encontra-se no alto das muralhas da cidade, vestido a rigor com o traje de Governador, e cheio de sonhos e ambições. Pang seguiu um caminho sem retorno: se tivesse feito outra escolha, talvez fosse mais tarde um dos heróis a derrubar o regime imperial da corrupta Dinastia Qing, ajudando a erigir uma nova China. Ele poderia ter mudado o curso da História… …Mas dois bandidos e uma mulher mudaram o curso da sua vida – ajudando-o a alcançar os seus objectivos, mas acabando por colocar em causa a sua demissão. Os dois bandidos são os seus fiéis irmãos de sangue, Zhao Er-Hu (Andy Lau) e Jiang Wu-Yang (Takeshi Kaneshiro). A mulher que se interpõe entre eles é a esposa de Zhao, Lian (Xu Jinglei).(ZON Lusomundo) Estreia 22 de Janeiro
A história traz-nos de volta Frank Castle, um homem que luta contra o crime organizado. Com a mira no chefe da máfia Billy Russoti, Castle acaba por o desfigurar num confronto. Mas Russoti regressa com um plano de vingança, com um novo nome: Jigsaw.(ZON Lusomundo) Estreia 22 de Janeiro
Shotgun Stories segue um conflito que irrompe entre dois grupos de meio-irmãos a seguir à morte do pai. Com os campos de algodão e as estradas pequenas do Sudeste do Arkansas como pano de fundo, estes irmãos descobrem até onde estão dispostos a percorrer para proteger a sua família. (Cinema PTGate) Estreia 22 de Janeiro
Peter McShade (Pedro Lima) é um hitman. No decorrer de um contrato para assassinar um homem em Marrocos, as coisas correm mal e Peter acaba por matar o sobrinho (Pedro Granger) de um chefe da máfia nova iorquina. Algum tempo depois, Peter está em Lisboa com outro contrato: matar Georgios Thanatos (Nicolau Breyner), um chefe da máfia que controla toda a península ibérica. O contrato não se revela fácil... (Cinema PTGate) Estreia 15 de Janeiro