quinta-feira, julho 16, 2009
Depois de descobrir esta música num dos livros que li, apaixonei-me pela música. Não é muito alegre, é verdade, mas transmite no final uma mensagem de esperança (depende da forma como a interpretarem - eu prefiro ir pelo lado positivo, esperança). Esperança que depois de dias perdidos num mundo cinzento ainda haja alguém que o possa receber e ajudar. Ou alguém que ele possa receber e ajudar. Numa pequena música está o livro todo escarrapachado :) Bonita música.
domingo, abril 19, 2009
Marley & Eu - John Grogan
"A história enternecedora e inesquecível de uma família e do seu cão mal comportado que ensina o que realmente importa na vida.Esta podia ser a sua história: chamavam-se John e Jenny, eram jovens, apaixonados e estavam a começar a sua vida juntos, sem grandes preocupações, até ao momento em que levaram para casa Marley, «uma bola de pêlo amarelo em forma de cachorro», que, rapidamente, se tranformou num labrador enorme e encorpado de 43 quilos. Era um cão como não havia outro nas redondezas:arrombava portas, esgadanhava paredes, babava-se todo por cima das visitas, roubava roupa interior feminina e abocanhava tudo a que pudesse deitar o dente. De nada lhe valeram os tranquilizantes receitados pelo veterinário, nem, tão pouco, a «escola de boas maneiras», de onde, aliás, foi expulso.
Só que Marley tinha um coração puro e a sua lealdade era incondicional. Partilhou a alegria da primeira gravidez do casal e o seu desgosto com a morte prematura do feto, esteve presente no nascimento dos bebés ou quando os gritos de uma vítima de esfaqueamento ecoaram pela noite dentro. Conseguiu ainda a «proeza» de encerrar uma praia pública e arranjou um papel numa longa-metragem, através do qual se fartou de «conquistar» corações humanos. A família Grogan aprendeu, na prática, que o amor se manifesta de muitas maneiras... e feitios."
Para leres a minha opinião, clica na imagem.
Etiquetas: acção, animais, aventura, biografia, boa-disposição, cinema, comédia, crime, drama, eu, família, filme, livros, memórias, rir, sorrir, testemunhos
terça-feira, abril 14, 2009
David Cook - Declaration
Não conhecia o David enquanto vencedor do American Idols, até há pouco tempo pensava que tinha sido o Archuleta a ganhar (a minha ignorância). Conhecia o David enquanto o meu favorito a ganhar, e ganhou. Ainda bem. Com Light On nos tops das rádios nesse país fora, nesse mundo fora, deixem-me dizer que adoro todo o cd. Quis colocar uma música diferente e porque não esta?, a primeira do disco, Declaration.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
Luzes do Norte - Nora Roberts
«A vila de Lunacy é a última chance para Nate Burke. Como polícia em Baltimore, assistiu à morte do colega na rua, e a culpa ainda o persegue. Sem mais nenhum lugar para onde ir, aceita a função de Chefe de Polícia nessa pequena e remota vila do Alasca. Para além de intervir no atropelamento de um veado, a primeira semana de trabalho parece-lhe relativamente calma. E quando começa a perguntar-se se a mudança não terá sido um grande erro, um beijo tão imprevisto quanto arrebatador na passagem do ano, sob as brilhantes luzes do norte do céu do Alasca, levanta o seu espírito e convence-o a ficar mais algum tempo.Meg Galloway, nascida e criada em Lunacy, está habituada à solidão. Era apenas uma jovem quando o seu pai desapareceu, e teve de aprender a ser independente, pilotando a sua pequena avioneta e vivendo nos arredores da vila na companhia dos seus huskies. Depois do beijo ao novo Chefe da Polícia, permite-se ceder à paixão, mas sempre determinada a manter as coisas o mais simples possíveis. Mas há algo nos olhos tristes de Nate que se enfia debaixo da sua pele e lhe aquece o coração gelado.
E, agora, as coisas em Lunacy começam a aquecer. Há alguns anos, numa das majestosas montanhas que sombreiam a vila, ocorreu um crime que nunca foi resolvido e Nate suspeita que o assassino continua em Lunacy. A sua investigação vai desenterrar segredos e suspeitas que se escondem sob a superfície plácida do lugar, bem como trazer ao de cima o instinto de sobrevivência que fez dele um dos melhores polícias de Baltimore. O que ele não podia saber é que a sua descoberta vai ameaçar a nova vida e o novo amor que pensava ter finalmente conseguido.»
Acabei de comprar o novo livro da Nora, Tesouros Escondidos. Será a minha próxima leitura. Mas entretanto quero deixar-vos, aqui, o que achei dos outros e que, por falta até de paciência, ainda não tinha publicado. Quero lembrar (acho que fica sempre bem fazê-lo ao início antes que se iludam) que o que escrevo sobre cada livro, não é uma crítica de palavras caras. Para isso, podem ler os especialistas, o New York Times, e, em alguns casos, até podem pedir a opinião do Marcelo Rebelo de Sousa (sobre Nora Roberts??). O que deixo sempre aqui é uma descrição do que senti, ou do que eu pensei, ou lembrei ao ler o livro. Este livro, por contar um história que se passa no Alasca, provocou em mim uma forte vontade de procurar um chalé, numa montanha, junto a um lago, com varanda onde eu pudesse passar um bocado, sentada, com uma manta nas pernas e uma chávena de café (ou chocolate) bem quente nas mãos. Acho que seria excelente. Podia ficar nos arredores de uma pequena vila, sem assassinos, onde houvesse um bar, com pessoas simpáticas, conhecidas, para eu meter conversa enquanto bebesse o meu copo de vinho tinto. Quem me conhece sabe que eu não sou nada assim. Mas não acham que seria muito mais fácil chegar a um sítio e começar do zero. As pessoas não nos conhecem, podemos contar os nossos segredos. Passadas duas semanas as férias acabam, voltamos a casa. Ficamos com a experiência e eles ficam (talvez) com a imagem de mais uma doida ou lunática (como no livro) que por ali passou. Não me importava de assistir ao degelo, e não me importava de ver cair as primeiras neves. Vocês podiam dizer: "para isso tens a Serra da Estrela mesmo aqui ao lado". Talvez, mas eu também não me importava de ver as luzes do norte. Uma coisa são fotografias, mas deve ser um espetáculo só realmente sentido quando por nós experienciado. Deve ser (antes de científico) mágico. Ah sim, não nos vamos esquecer que polícias tristes, bons e talentosos também vão bem na fotografia ;) Um polícia que tem de lidar com a sua depressão, com sucesso, ao mesmo tempo que os dias se tornam mais longos, há mais luz natural e o Inverno dá lugar à Primavera.
À medida que ia lendo, ia vendo cenas de Amor no Alasca a passar na minha cabeça. Claro, os protagonistas nem são parecidos, mas feitos os ajustes...
Se aconselho? Estamos a falar de romances, com uma mão cheia de policial e uma pitada de mistério. Nem toda a gente gosta. Os fãs da Nora devem lê-lo, claro. Se ainda não leram nenhum livro desta autora, este é bom para começar. E depois, já não podes largar :P
Etiquetas: acção, eu, livros, mistério, romance, thriller, viajar
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
sábado, fevereiro 07, 2009
Amor de Verão
É na solidão deste dia de Inverno que me lembro do nosso amor de Verão. Não a paixão que queima e que morre, mas o sentimento que é puro e inocente que aquece. Fomos dois meninos que nada procurámos mas que muito encontrámos... depressa demais. Tão depressa que assustou, tão depressa que assustei, a mim e a ti, a nós.Já não somos aqueles garotos, perdidos naquele outro tempo. Hoje somos quem somos e o susto trouxe a distância. Sim, a distância que arrefeceu aquele amor, mas que não gela a memória.
Tu foste o meu amor de Verão.
Etiquetas: eu, pensamentos, romance, sorrir
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Mike Tomlin & Omar Epps
No domingo decorreu mais um Super Bowl (entre os Steelers e os Cardinals). Estava um pouco curiosa para saber por que raio é que neste dia os Estados Unidos param (e continuo sem perceber). Ainda por cima, o momento mais esperado nunca é o dos artistas que actuam durante o jogo (vá, no intervalo), mas sim os anúncios durante o jogo. Acho que de tudo o que gira à volta deste acontecimento, o jogo propriamente dito é o menos importante. Mas foi mesmo o jogo que eu estive a ver ontem à noite. Confesso que disse no fim, que grande jogo (mesmo sem perceber sequer as regras). Mas não é isso que importa. É que a primeira coisa que pensei quando vi o treinador dos Steelers foi: "Que raio, então mas o médico agora é treinador?" Eu explico, o gajo é mesmo parecido com o Dr. Foreman da série Dr. House. Podia ser mais um caso de irmãos separados à nascença, mas eles têm um ano de diferença. Fica aqui para vocês verificarem por vocês.
Era o Mike Tomlin (à esquerda, treinador) perder uns quilitos, ou o Omar Epps (à direita, actor) ganhar outros, e eram iguais.
Ah, é verdade! Para os interessados, ganharam os Steeler por 27-23. Mas que jogo!
Era o Mike Tomlin (à esquerda, treinador) perder uns quilitos, ou o Omar Epps (à direita, actor) ganhar outros, e eram iguais.Ah, é verdade! Para os interessados, ganharam os Steeler por 27-23. Mas que jogo!
terça-feira, janeiro 27, 2009
Lost! Coldplay
Just because I'm losing
Doesn't mean I'm lost
Doesn't mean I'll stop
Doesn't mean I'm in a cross
Just because I'm hurting
Doesn't mean I'm hurt
Doesn't mean I didn't get what I deserve
No better and no worse
I just got lost
Every river that I've tried to cross
And every door I ever tried was locked
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off...
You might be a big fish
In a little pond
Doesn't mean you've won
'Cause along may come
A bigger one
And you'll be lost
Every river that you try to cross
Every gun you ever held went off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the firing stops
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off...
Doesn't mean I'm lost
Doesn't mean I'll stop
Doesn't mean I'm in a cross
Just because I'm hurting
Doesn't mean I'm hurt
Doesn't mean I didn't get what I deserve
No better and no worse
I just got lost
Every river that I've tried to cross
And every door I ever tried was locked
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off...
You might be a big fish
In a little pond
Doesn't mean you've won
'Cause along may come
A bigger one
And you'll be lost
Every river that you try to cross
Every gun you ever held went off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the firing stops
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off
Ooh-Oh, And I'm just waiting till the shine wears off...
sábado, janeiro 24, 2009
I Can See Clearly Now - Johnny Nash
Esta música já é muito antiga, mas eu gosto dela. Primeiro porque me faz lembrar os meus tempos de garota, na minha antiga casa, a música passava com um anúncio qualquer de café na televisão. A minha mãe gostava da música e eu nunca mais me esqueci. Quando a oiço consigo ver-me na minha antiga cozinha. Além disso, a letra, mais uma vez, fala em mudança. Tudo vai mudar, a chuva vai parar, a tempestade vai passar, e virá um dia de sol brilhante. Os obstáculos irão desaparecer. Uma utopia bemvinda nos dias que correm (para pensamentos negativos, já me chegam os políticos e os economistas - ah, pois, eu sou um deles, lol). Enfim, pensem positivo, riam-se.
Letra: I Can See Clearly Now - Johnny Nash
Letra: I Can See Clearly Now - Johnny Nash
terça-feira, janeiro 20, 2009
Os 10 Jogadores de Tenis Mais Sexy Do Mundo
O Australian Open 2009 já começou. Novas fotografias aparecem, fotografias que reflectem o calor que se vive por Melbourne, e se continuar assim, que faz incendiar um pouco também por todo o mundo. Este top, ao contrário de muitos outros que publico, não foi adaptado de nenhum lado, pelo que andei à procura de caras bonitas, músculos perfeitos. Sabem onde os encontrei? Em sites gay. Pois foi. Portanto o arrepio que passa pela nossa espinha, passa também por muitos homens por esse mundo fora. Ah, confesso que este top é muito... como dizer, pop cor de rosa. Mas é só para encher as vistas de alguns de vocês que conheço. Além disso, do mesmo modo que há uns tempos justifiquei bem o meu interesse por rugby, também o faço agora para o tenis. 10 boas razões para gostar de tenis. Sem ordem especifica (tirando o 10º que dou ao Nadal e o 1º que vai directo para o Tommy Haas), aqui ficam elas, as minhas razões:
10º Rafael Nadal (Esp, 1º rank ATP)
Fernando Verdasco (Esp, 15º)

Dmitry Tursunov (Rus, 30º)

Andy Roddick (EUA, 9º)

Tommy Robredo (Esp, 22º)

Marat Safin (Rus, 27º)

Juan Monaco (Arg, 49º)

Juan Carlos Ferrero (Esp, 65º)

Jan-Michael Gambill (EUA, 1146º)

1º Tommy Haas (Ale, 79º)

Fernando Verdasco (Esp, 15º)

Dmitry Tursunov (Rus, 30º)

Andy Roddick (EUA, 9º)

Tommy Robredo (Esp, 22º)

Marat Safin (Rus, 27º)

Juan Monaco (Arg, 49º)

Juan Carlos Ferrero (Esp, 65º)

Jan-Michael Gambill (EUA, 1146º)

1º Tommy Haas (Ale, 79º)

Outros nomes que poderão achar interessantes: Roger Federer, Novak Dyokovic, Lleyton Hewitt, Andy Murray, Paul-Henri Mathieu, Mikhail Youzhny, James Blake, Tomas Berdych ou Richard Gasquet, entre muitos outros.
Fontes: ATP Tennis, outros.
Fontes: ATP Tennis, outros.
Etiquetas: desporto, eu, fantasia, fotografia, mais e melhor, pensamentos, pessoas, saúde, sorrir, top
sábado, janeiro 10, 2009
Uma Hora Na Neve
Bem, depois da noite que passou, quase toda a gente por Portugal fora tem uma foto na neve. Eu sou uma dessas pessoas. Mostro só umas três desta manhã, na encosta do Bussaco, e nos jardins do Palace Hotel. Façam as vossas e mandem um postal de Natal no final do ano. Ah, e brinquem. Está um bocadinho de frio lá fora, mas aguenta-se bem quando a brincadeira leva tudo para o esquecimento. E não levem botas de camurça.



Etiquetas: eu, fotografia, rir, saúde
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Over The Rainbow - Israel Kamakawiwo'ole
Há pessoas com quem gostávamos de estar mais tempo, mas ou não podemos, ou não conseguimos, confesso que às vezes, não queremos. Desculpas que justificam precariamente quase tudo. Mas depois, de tempos a tempos, temos notícias dessa pessoa e somos só sorrisos. E ficamos contentes por aquele bocadinho. Tão contentes que paramos para pensar que às vezes não damos o devido valor a essas pessoas porque não sabemos o que significam para nós até estes insignificantes momentos. E elas não sabem o que significam para nós. Fiz amigos na faculdade. Amigos com quem convivi na faculdade e amigos com quem convivi na vida. Que me fizeram rir, e que fiz rir (gosto de pensar assim). Recebemos constantemente mails a dizer para perdermos alguns minutos para os reencaminharmos àqueles que consideramos nossos amigos. Os que me conhecem, sabem que não gosto muito de os enviar. E já nem esperam muito de mim. Mas de vez em quando sabem que podem contar com sms com palavras parvas mas pessoais. Ou sabem que podem contar com outro tipo de manifestações, como aqui no blog. Tenho muitas saudades de algumas dessas pessoas. A manifestação de hoje é em forma de música. Uma música que gosto muito. Esta é uma das versões que mais gosto depois de a ter ouvido na série Serviço de Urgência, quando o Dr. Mark Greene morre. A música fala da possibilidade de, além do arco-íris, existir um lugar onde os problemas desaparecem ou "derretem como rebuçados de limão" (ok, a metáfora com os rebuçados, que parece ser escrit por uma criança, deve-se ao facto de a versão original ser cantada, efectivamente, pela menina do Feiticeiro de Oz - apenas como curiosidade). Agora sim, que os meus problemas, os vossos, os da Ana Teresa e os da Sílvia desapareçam quando virem o próximo arco-íris.
quinta-feira, janeiro 01, 2009
Versos de Amor - Per7ume
Ok, esta música vai directamente para a minha mãe. Claro que, sendo mais uma dessa gente que tem fobia a novas tecnologias (nem sabem o trabalho que tenho para a fazer usar um telemóvel), a única coisa que ela vai fazer é ouvir a música depois de eu ligar o pc, depois de eu ligar a net, depois de eu entrar na página, depois de eu carregar no play. Mas no fim, ela vai gostar.
Ah é verdade, e já agora, UM EXCELENTE 2009, ou 2010, se forem seguidores do Zé Carlos.
Ah é verdade, e já agora, UM EXCELENTE 2009, ou 2010, se forem seguidores do Zé Carlos.
domingo, dezembro 28, 2008
Esqueci-me de me lembrar
Ontem, esqueci-me de ti!Lembrei-me de te ver,
Lembrei-me de te falar e de te ouvir,
Lembrei-me de te exalar e de te sentir.
Mas esqueci-me de ti!
Lembro-me da luz que irradia de ti,
Mas esqueci-me de olhar os teus olhos.
Lembro-me da sabedoria que transmites,
Mas esqueci-me de pedir as tuas palavras.
Lembro-me da sensualidade da tua voz,
Mas esqueci-me de ouvir esa tua canção.
Lembro-me do odor da tua pele,
Mas esqueci-me de absorver o teu perfurme.
Lembro-me dos teus lábios, do teu corpo,
Mas esqueci-me de te beijar e ser beijada.
Porque me deixas esquecer de ti?
Ontem, esqueci-me de ti!
Ri-te!
Etiquetas: eu, pensamentos, sentidos
quinta-feira, novembro 27, 2008
Escândalos Privados - Nora Roberts
"Desenrolando-se no glamoroso mundo da televisão, Escamdâlos Privados conta-nos a história de Deanna Reynolds, a apresentadora de um pequeno talk show em ascensão.Bonita, sincera e muito profissional, Deanna decide então partir para Nova Iorque, determinada em tornar-se a melhor dentro do género. Mas isto fá-la atravessar-se no caminho da sua antiga mentora, Angela Perkins, a actual rainha da televisão e uma mulher perigosa de desafiar. Angela não hesita em roubar convidados, fazer chantagem e até atravessar os limites do bom jornalismo para combater a crescente popularidade de Deanna. E o romance desta com o famoso e encantador repórter Finn Riley, por quem Angela sempre teve uma paixão, só aumenta a tensão. Mas a prova de que as coisas podem sempre piorar é o aparecimento de um fã obcecado, que deseja Deanna só para si, e que começa a matar todos aqueles que se aproximam dela…"
Li este livro há quase dois meses, mas só agora é que publico a minha leitura porque já estou a ler os novos livros dela (e esta é outra das razões para a minha ausência), e vejo que há muita gente que chega ao blog à procura dos livros dela. Não que a minha opinião valha de muito, claro. Este é dos poucos livros da Nora Roberts que não têm nada de nada de fenómenos inexplicáveis (fantasmas, sonhos com mortos a falar connosco, aparições, etc) ou mitologia irlandesa, ou outra qualquer. É simplesmente um livro onde entra mistério (apesar de não muito, porque acho que é fácil ver quem é o assassino logo no princípio), morte, romance, etc. Neste livro, acho que não há possibilidade de chorarmos com ele, eu, pelo menos, não chorei. Houveram alturas em que ri, mas não chorar. Não houve surpresa, não houve choque, quer no que diz respeito ao assassino, quer no que diz respeito ao romance (que nunca é surpresa que os principais ficam juntos). Neste último aspecto, não há o que acontece em muitos livros dela, que é o facto dos protagonistas só ficarem definitivamente juntos no fim do livro. Neste livro há uma sequência suave e um desenvolvimento da relação ao longo do livro. Tirando a parte do romance, eu lia o livro e lembrava-me da Oprah, que tembém começou devagar, por baixo, até que chegou ao estrelato de hoje, assim como a nossa protagonista. Quanto ao mundo da Deanna, por si só, imaginei durante toda a leitura, uma Oprah branca. Claro que depois, não consigo imanginar a mesma Oprah a ter um romance escaldante com um repórter de guerra. Já sabia o que esperava quando comecei a ler o livro, não havia a possibilidade de ficar surpreendida ou desiludida com a história, com os seus elementos, e gostei. Gostei mesmo. Acho que uma das poucas coisas que vai variando nos livros são os cenários. O cenário da televisão foi, pela primeira vez, explorado por ela. Um cenário que toda a gente gosta de conhecer.
Vocês devem pensar que eu sou fútil ou ingénua ou burra, para ler sempre o mesmo tipo de livros. Talvez eu tenha ficado dependente dos livros dela, mas ainda nenhum conseguiu superar o que senti ao ler Noite de Ellie Wiesel, e acho que ainda vai demorar muito tempo até eu me esquecer dele, ou do que senti ao lê-lo. Além disso, estar dependente de Nora Roberts, mas também de Paulo Coelho (que vocês sabem que também adoro), não mostra futilidade, ingenuidade ou burrice. Mostra simplesmente estados de espírito diferentes em alturas diferentes, que nos faz estar mais abertos para um certo tipo de leitura do que para outro. Neste momento é Nora Roberts, mas assim que os acabar, vou dedicar-me ao novo livro de Paulo Coelho e do José Rodrigues dos Santos, tipos de leituras diferentes.
Se recomendo? Claro.
Passatempo de Vovó
Bem, bom dia, queria-vos mostrar uma das razões da minha ausência. Crochê. Ah ah. Uma rapariga da minha idade a fazer crochê, em vez de sair e ir dar uma volta. Bem tudo começou quando aproveitei a bainha de umas calças para fazer uma pulseira, que ficou muito bem (um destes dias também publico as fotos). Enfim, queria um mecanismo que desse para eu fechar a pulseira e que desse também para outros pulsos. Lembrei-me de fazer uma espécie de punhos, só que em renda, branca (que contrasta muito bem com a ganga). Fui à net ver como é que se fazia, e na minha pesquisa encontrei coisas lindérrimas, lol, como este cachecol (para enfeitar e não para aquecer). Foi a minha primeira peça e estou muito orgulhosa. Não está perfeita nem pode estar (devia ser um ponto mais largo, mas eu fi-lo mais apertado para dar um efeito mais de pompom), mas fui eu que fiz. A verdade é que não o fiz para mim, vou oferecê-lo pelo Natal, acho eu, porque até lá, posso mudar de ideias e ficar com ele para mim. As fotos, tiradas do telemovel, ficaram ora muito escuras ora muito claras, mas acho que dá perceber. Tem dois tons de roxo, as cores deste outono inverno. Pronto, e agora podem-me gozar à vontade. Sempre gostei de trabalhos manuais, vocês sabem que faço origami, gosto imenso de fazer embrulhos diferentes no natal, uso o origami para fazer os laços ou então invento com os materiais disponíveis, além disso tenho tempo para a criatividade, lol. A renda é só mais um passatempo para se fazer enquanto se vê o futebol. Ah ah.


sexta-feira, novembro 14, 2008
Ensaio Sobre a Cegueira
Uma cidade é devastada por uma epidemia instantânea de "cegueira branca". Face a este surto misterioso, os primeiros indivíduos a serem infectados são colocados pelas autoridades governamentais em quarentena, num hospital abandonado. Cada dia que passa aparecem mais pacientes, e esta recém-criada "sociedade de cegos" entra em colapso. Tudo piora quando um grupo de criminosos, mais poderoso fisicamente, se sobrepõe aos fracos, racionando-lhes a comida e cometendo actos horríveis. Há, porém, uma testemunha ocular a este pesadelo: uma mulher, cuja visão não foi afectada por esta praga, que acompanha o seu marido cego para o asilo. Ali, mantendo o seu segredo, ela guia sete desconhecidos que se tornam, na sua essência, numa família. Ela leva-os para fora da quarentena em direcção às ruas deprimentes da cidade, que viram todos os vestígios de uma civilização entrar em colapso. A viagem destes é plena de perigos, mas a mulher guia-os numa luta contra os piores desejos e fraquezas da raça humana, abrindo-lhes a porta para um novo mundo de esperança, onde a sua sobrevivência e redenção final reflectem a tenacidade do espírito humano. (Cinema PTGate)
Estreou 13 de Outubro
Estreou 13 de Outubro
sexta-feira, novembro 07, 2008
Repúblicas e Solares de Coimbra
Este post surgiu depois de ter recebido um mail do meu pai com alguns desenhos de algumas das repúblicas mais antigas de Coimbra. A verdade é que sabendo que elas existiam, não sabia que estavam activas, ou que eram em tão grande número. Desconhecia por completo. Provavelmente já passei à frente delas sem saber. Tenho a certeza que sei onde fica a República dos Fantasmas porque costumava passar por lá de autocarro, mas a minha cultura de repúblicas fica por aí. Mas como gosto de pesquisar por natureza, fui ver o que encontrava sobre as Repúblicas de Coimbra.
Primeiro, há que fazer algumas disitinções.
Casa comunitária: qualquer pessoa pode formar uma casa comunitária. Esta é, geralmente, constituída por um grupo de amigos, que tem uma vida ao estilo da república, mas que não é reconhecido pelo Conselho das Repúblicas. As casas comunitárias podem propor-se ao Conselho das Repúblicas que lhes dará ou não o título de Solar.
Solar: É uma república recente, não tem voto no Conselho de Repúblicas, embora tenha direito à opinião e a frequentar os Conselhos. Um solar pode sempre tornar-se numa República, caso tenha para isso aprovação.
República: Tem um estatuto priveligiado nos Conselhos de República, tendo direito de voto e opinião. Há algumas repúblicas que mantêm actualmente o nome de solar, embora não o sejam.
As repúblicas e solares são organizações sem fins lucrativos que se destinam a albergar estudantes do ensino superior e gerida por estes. Em Portugal, são abrigadas por lei. A primeira versão desta lei dizia apenas respeito a repúblicas de estudantes de Coimbra e dizia que, desde que com a devida aprovação do Reitor da Universidade, "as repúblicas e os solares de estudantes de Coimbra constituídos de harmonia com a praxe académica consideram-se associações sem personalidade jurídica" (Lei n.º2/82 de 15 de Janeiro, Diário da República I SÉRIE – Nº12 – 15-1-1982), sendo esta lei depois alargada em 1989 e, assim, criada a primeira república em Lisboa.
Ao longo dos tempos, foi-se estabelecendo um código de comportamento informal, mais tarde oficializado no Código da Praxe. Hoje, a sua existência está prevista na Secção IV, Título III, art.ºs 197º-200º, daquele código.
Existem vários tipos de repúblicas que devem ser especificados aquando da sua criação. A gestão (como dito em cima) cabe aos residentes permanentes (Repúblicos), que têm todos responsabilidades por igual. Uma das suas mais antigas tradições relaciona-se com o lema "Um ano vale por cem", e, por isso, todos os anos, cada república celebra o seu centenário "à porta aberta".
Estas organizações seculares são reponsáveis em grande parte, pelo ambiente sui generis da cidade dos estudantes. Berço do romantismo boémio, libertam em torno de si em sentimento mitológico, que lhes confere uma forte identidade académica, assente numa sólida estrutura social e simbólica.
As suas origens remontam ao séc. XIV. Por esta altura já Coimbra era um importante centro de estudos onde acorria, cada vez mais, um número crescente de pessoas para aí receberem os seus ensinamentos. Foi este aumento repentino da população escolar, que fez com que a cidade se debatesse rapidamente com carências a nível habitacional. Por forma a ultrapassar este problema, foi criado em 1309, por D. Dinis, o diploma régio que visava a construção de casas na zona de Almedina e que deveriam ser habitadas pelos estudantes, mediante o pagamento de um aluguer, cujo montante seria fixado por uma comissão constituída por estudantes e por "homens bons" da cidade, expressamente nomeada pelo Rei. Foi, pois, a partir de um tipo de alojamento comum, permitindo aos estudantes minimizar os encargos económicos, que surgiram, por evolução, as Repúblicas dos nossos dias.
Nas Repúblicas de Coimbra, diz-se, respira-se um ambiente único em originalidade e irreverência. Vivem debaixo do mesmo tecto pessoas com divergências ideológicas por vezes bastante acentuadas, o que origina acesos debates. A ceia proporciona momentos de rara eloquência onde temas tão diversos como a política, a religião, os estudos ou as maleitas de amos servem para acalorar as frias noites coimbrãs. Ou pelo menos assim acontecia, em tempos idos. No entanto, um ponto comum une estes jovens, que tragam a vida com sofreguidão, o repeito mútuo pelos valores dos seus companheiros. Pontfica, acima de tudo, um ambiente de franca camaradagem.
Em 11 de Dezembro de 1948 cria-se o Conselho das Repúblicas, tendo como principal objectivo aumentar o número destas e garantir a sua subsistência por tempo indefinido.
A imagem das repúblicas esteve constantemente aliada à irreverência e à contestação do poder, sempre que isso significasse a defesa dos interesses da Academia. Assim foi, na década de 60, contestando o regime salazarista. A Crise Académica de 69 constituiu um retrato fiel da coragem e do espírito reivindicativo aí existentes; uma lista apoiada pelo Conselho das Repúblicas venceu, por esmagadora maioria, as eleições para a AAC. No início da década de 70, com a queda do salazarismo, importantes movimentos sociais intervieram na vida académica.
Ontem, como hoje, impõem-se universalmente valores que unem o passado ao presente: a vida em comunidade, a soberania e a democraticidade.
Ok, e depois de tanta introdução, aqui ficam as gravuras que provocaram toda esta pesquisa.
Primeiro, há que fazer algumas disitinções.
Casa comunitária: qualquer pessoa pode formar uma casa comunitária. Esta é, geralmente, constituída por um grupo de amigos, que tem uma vida ao estilo da república, mas que não é reconhecido pelo Conselho das Repúblicas. As casas comunitárias podem propor-se ao Conselho das Repúblicas que lhes dará ou não o título de Solar.
Solar: É uma república recente, não tem voto no Conselho de Repúblicas, embora tenha direito à opinião e a frequentar os Conselhos. Um solar pode sempre tornar-se numa República, caso tenha para isso aprovação.
República: Tem um estatuto priveligiado nos Conselhos de República, tendo direito de voto e opinião. Há algumas repúblicas que mantêm actualmente o nome de solar, embora não o sejam.
As repúblicas e solares são organizações sem fins lucrativos que se destinam a albergar estudantes do ensino superior e gerida por estes. Em Portugal, são abrigadas por lei. A primeira versão desta lei dizia apenas respeito a repúblicas de estudantes de Coimbra e dizia que, desde que com a devida aprovação do Reitor da Universidade, "as repúblicas e os solares de estudantes de Coimbra constituídos de harmonia com a praxe académica consideram-se associações sem personalidade jurídica" (Lei n.º2/82 de 15 de Janeiro, Diário da República I SÉRIE – Nº12 – 15-1-1982), sendo esta lei depois alargada em 1989 e, assim, criada a primeira república em Lisboa.
Ao longo dos tempos, foi-se estabelecendo um código de comportamento informal, mais tarde oficializado no Código da Praxe. Hoje, a sua existência está prevista na Secção IV, Título III, art.ºs 197º-200º, daquele código.
Existem vários tipos de repúblicas que devem ser especificados aquando da sua criação. A gestão (como dito em cima) cabe aos residentes permanentes (Repúblicos), que têm todos responsabilidades por igual. Uma das suas mais antigas tradições relaciona-se com o lema "Um ano vale por cem", e, por isso, todos os anos, cada república celebra o seu centenário "à porta aberta".
Estas organizações seculares são reponsáveis em grande parte, pelo ambiente sui generis da cidade dos estudantes. Berço do romantismo boémio, libertam em torno de si em sentimento mitológico, que lhes confere uma forte identidade académica, assente numa sólida estrutura social e simbólica.
As suas origens remontam ao séc. XIV. Por esta altura já Coimbra era um importante centro de estudos onde acorria, cada vez mais, um número crescente de pessoas para aí receberem os seus ensinamentos. Foi este aumento repentino da população escolar, que fez com que a cidade se debatesse rapidamente com carências a nível habitacional. Por forma a ultrapassar este problema, foi criado em 1309, por D. Dinis, o diploma régio que visava a construção de casas na zona de Almedina e que deveriam ser habitadas pelos estudantes, mediante o pagamento de um aluguer, cujo montante seria fixado por uma comissão constituída por estudantes e por "homens bons" da cidade, expressamente nomeada pelo Rei. Foi, pois, a partir de um tipo de alojamento comum, permitindo aos estudantes minimizar os encargos económicos, que surgiram, por evolução, as Repúblicas dos nossos dias.
Nas Repúblicas de Coimbra, diz-se, respira-se um ambiente único em originalidade e irreverência. Vivem debaixo do mesmo tecto pessoas com divergências ideológicas por vezes bastante acentuadas, o que origina acesos debates. A ceia proporciona momentos de rara eloquência onde temas tão diversos como a política, a religião, os estudos ou as maleitas de amos servem para acalorar as frias noites coimbrãs. Ou pelo menos assim acontecia, em tempos idos. No entanto, um ponto comum une estes jovens, que tragam a vida com sofreguidão, o repeito mútuo pelos valores dos seus companheiros. Pontfica, acima de tudo, um ambiente de franca camaradagem.
Em 11 de Dezembro de 1948 cria-se o Conselho das Repúblicas, tendo como principal objectivo aumentar o número destas e garantir a sua subsistência por tempo indefinido.
A imagem das repúblicas esteve constantemente aliada à irreverência e à contestação do poder, sempre que isso significasse a defesa dos interesses da Academia. Assim foi, na década de 60, contestando o regime salazarista. A Crise Académica de 69 constituiu um retrato fiel da coragem e do espírito reivindicativo aí existentes; uma lista apoiada pelo Conselho das Repúblicas venceu, por esmagadora maioria, as eleições para a AAC. No início da década de 70, com a queda do salazarismo, importantes movimentos sociais intervieram na vida académica.
Ontem, como hoje, impõem-se universalmente valores que unem o passado ao presente: a vida em comunidade, a soberania e a democraticidade.
Ok, e depois de tanta introdução, aqui ficam as gravuras que provocaram toda esta pesquisa.
Real República Trunfé-Kopos
Fundada em 1960, sita na Rua Pires de Campos, nº18.
Real República Spreit-Ó-Furo
Fundada em 1951, sita na Ladeira do Seminário, Vila Bento, nº1.
República (ou Solar) Rosa do Luxemburgo
Fundada em 1972, sita na Rua Correia Teles, nº2, 1º.
Solar dos Kapangas
Fundado em 1958, sita na Rua da Mãozinha, nº20.
Solar dos 44
Fundado em 1983, sita na Rua das Matemáticas, nº44.
Real República Rás-Teparta
Fundada em 1943 na antiga Rua dos Estudos, hoje sita na Rua da Matemática, nº6.
Real República Rapó-Tacho
Fundada em 1956, hoje sita no Bairro Sousa Pinto, nº13.
Real República PYN-GOINS
Fundada em 1955, sita na Rua Dr. Henriques Seco, nº44.
Real República do Prà-Kys-Tão
Fundada em 1951, sita na Casa da Nau, Rua das Esteirinhas, nº2.
Real República Palácio da Loucura
Fundada em 1947, sita na Rua Antero de Quental, nº 21.
República Kimbo dos Sobas
Fundada em 1963, sita na Rua Antero de Quental, nº 217.
Paços da República dos Kágados
Fundada em 1933 na Rua do Correio, hoje sita na Rua Joaquim António de Aguiar, nº98.
República dos Inkas
Fundada em 1954, sita na Rua da Matemática, nº32.
República dos Galifões
Fundada em 1947, sita na Couraça dos Apóstolos, nº 124.
República dos Fantasmas
Fundada em 1969, sita no Bairro Sousa Pinto, nº15.
Real República Corsário das Ilhas
Fundada em 1958, sita na Couraça dos Apóstolos, nº 112.
Real República Bota-A-Baixo
Fundada em 1949 na Rua do Borralho, hoje sita na Rua S. Salvador, nº 6.
Real República Boa-Bay-Ela
Fundada em 1956, sita na Rua João Pinto Ribeiro, nº 17.
Real República Ay-Ò-Linda
Fundada em 1951, sita no Bairro Sousa Pinto, nº33.
Fundada em 1960, sita na Rua Pires de Campos, nº18.Real República Spreit-Ó-Furo
Fundada em 1951, sita na Ladeira do Seminário, Vila Bento, nº1.República (ou Solar) Rosa do Luxemburgo
Fundada em 1972, sita na Rua Correia Teles, nº2, 1º.Solar dos Kapangas
Fundado em 1958, sita na Rua da Mãozinha, nº20.Solar dos 44
Fundado em 1983, sita na Rua das Matemáticas, nº44.Real República Rás-Teparta
Fundada em 1943 na antiga Rua dos Estudos, hoje sita na Rua da Matemática, nº6.Real República Rapó-Tacho
Fundada em 1956, hoje sita no Bairro Sousa Pinto, nº13.Real República PYN-GOINS
Fundada em 1955, sita na Rua Dr. Henriques Seco, nº44.Real República do Prà-Kys-Tão
Fundada em 1951, sita na Casa da Nau, Rua das Esteirinhas, nº2.Real República Palácio da Loucura
Fundada em 1947, sita na Rua Antero de Quental, nº 21.República Kimbo dos Sobas
Fundada em 1963, sita na Rua Antero de Quental, nº 217.Paços da República dos Kágados
Fundada em 1933 na Rua do Correio, hoje sita na Rua Joaquim António de Aguiar, nº98.República dos Inkas
Fundada em 1954, sita na Rua da Matemática, nº32.República dos Galifões
Fundada em 1947, sita na Couraça dos Apóstolos, nº 124.República dos Fantasmas
Fundada em 1969, sita no Bairro Sousa Pinto, nº15.Real República Corsário das Ilhas
Fundada em 1958, sita na Couraça dos Apóstolos, nº 112.Real República Bota-A-Baixo
Fundada em 1949 na Rua do Borralho, hoje sita na Rua S. Salvador, nº 6.Real República Boa-Bay-Ela
Fundada em 1956, sita na Rua João Pinto Ribeiro, nº 17.Real República Ay-Ò-Linda
Fundada em 1951, sita no Bairro Sousa Pinto, nº33.Outras repúblicas e solares:
República da Praça
Fundada em 1989, sita na Praça da República, nº 38, 2º.
República do Kuarenta
Sita na Rua da Matemática, nº 40.
Fundada em 1989, sita na Praça da República, nº 38, 2º.República do Kuarenta
Sita na Rua da Matemática, nº 40.República Farol das Ilhas
Fundada em 1962, sita na Rua Teixeira Carvalho, nº 25.
Solar Residência dos Estudantes Açoreanos
Fundado em 1962, sita na Rua António de Vasconcelos, nº 18B.
República 5 de Outubro
Fundada em 1967 na Rua de Aveiro, hoje sita na Av. Bissaya Barreto, Rua E, nº 22, 4º.
Real República Baco
Fundada em 1933 na Rua dos Militares, hoje sita na Rua do Loureiro.
República Ninho dos Matulões
Fundada em 1950 no Bairro Sousa Pinto, hoje sita na Av. Bissaya Barreto, nº29, 4º.
Solar Marias do Loureiro
Fundada em 1993, sita na Rua do Loureiro, nº 61, 3º.
Fontes: Wikipedia, Das Repúblicas..., Outros.
Etiquetas: eu, fotografia, geografia
terça-feira, outubro 28, 2008
Hoje, Lembrei-me De Ti

Mais um ano passou e veio juntar-se a muitos outros da tua ausência. Felizmente já não penso em ti todos os dias. Apesar da falta que me fazes, seria demasiado penoso reviver os momentos contigo em todos eles, sentir-me a morrer um pouco cada dia que passasse, como aconteceu nos primeiros tempos. Adorei-te e adoro-te, mas ficar presa ao passado é uma autoflagelação que não estou disposta a aguentar. Quase me destruiu e tem sido uma guerra pessoal para mim voltar a erguer-me. E sei, por aquilo que eras, que não ias querer uma batalha épica provocada por ti. Não eras de remoer o passado e, por isso, sei que não me condenas por não o fazer. Não me lembro de ti todos os dias, mas hoje é um dos que me lembro. E lembro-me do que me fizeste chorar mas, sobretudo, do que me fizeste rir. Rir às gargalhadas. Rir da forma que é precisa para nos esquecermos do dia. Rir da forma que me faz sentir falta de ti. Tenho saudades da rotina do dia-a-dia contigo. De entrares por aquela porta e sintonizares todos à tua volta na tua onda. Sinto falta até da batota que estava inerente em ti mas que, sem a qual, não serias ... não seriamos os mesmos. E tenho saudades do teu simples toque, das tuas mãos distraídas no meu cabelo, das nossas mãos cruzadas. De tudo isso, eu lembro-me de ti, hoje, e tenho saudades. Sinto falta de ti e não de outro que faça o mesmo. Ontem e amanha, talvez me esqueça de ti e sinta a falta de alguem. Mas hoje és só tu. E eu não quero mais ninguem. Espera, não quero derramar lágrimas, nem por ti, nem aqui, nem agora. É melhor ficar-me por ora. Mas fica aqui o testemunho para que saibas que há dias em que me lembro. Mais um ano passou... Amigo, beijos carregados de saudades.Etiquetas: eu, pensamentos, rir
