quinta-feira, dezembro 18, 2008
quinta-feira, novembro 27, 2008
Passatempo de Vovó
Bem, bom dia, queria-vos mostrar uma das razões da minha ausência. Crochê. Ah ah. Uma rapariga da minha idade a fazer crochê, em vez de sair e ir dar uma volta. Bem tudo começou quando aproveitei a bainha de umas calças para fazer uma pulseira, que ficou muito bem (um destes dias também publico as fotos). Enfim, queria um mecanismo que desse para eu fechar a pulseira e que desse também para outros pulsos. Lembrei-me de fazer uma espécie de punhos, só que em renda, branca (que contrasta muito bem com a ganga). Fui à net ver como é que se fazia, e na minha pesquisa encontrei coisas lindérrimas, lol, como este cachecol (para enfeitar e não para aquecer). Foi a minha primeira peça e estou muito orgulhosa. Não está perfeita nem pode estar (devia ser um ponto mais largo, mas eu fi-lo mais apertado para dar um efeito mais de pompom), mas fui eu que fiz. A verdade é que não o fiz para mim, vou oferecê-lo pelo Natal, acho eu, porque até lá, posso mudar de ideias e ficar com ele para mim. As fotos, tiradas do telemovel, ficaram ora muito escuras ora muito claras, mas acho que dá perceber. Tem dois tons de roxo, as cores deste outono inverno. Pronto, e agora podem-me gozar à vontade. Sempre gostei de trabalhos manuais, vocês sabem que faço origami, gosto imenso de fazer embrulhos diferentes no natal, uso o origami para fazer os laços ou então invento com os materiais disponíveis, além disso tenho tempo para a criatividade, lol. A renda é só mais um passatempo para se fazer enquanto se vê o futebol. Ah ah.


sábado, novembro 01, 2008
Freedom Writers
Comecem por ouvir isto.
A dream, de Common. Pertence à banda sonora do filme de que hoje vos falo.
Esta tarde, encontrei um novo filme para ver no youtube. Seria o típico filme de uma professora que, para além de ensinar, ainda "salva" os seus alunos da violência das ruas, senão fosse mais do que isso. Lol. A verdade é que só me pus a vê-lo porque tinha a Hilary Swank, o gajo bom de Anatomia de Grey (que afinal pouco aparece) e tinha o Mario (... o cantor). Não pensei que fosse um filme de drama juvenil, mas comecei a ver, e acabou por me prender. Existem outros filmes do género, mas este é muito bom. Baseia-se na realidade de um grupo de alunos e da sua professora.
Sinopse: (Resumo alargado) O filme começa com uma cena dos motins, em 1992, em Los Angeles e apresenta-nos Eva (April Lee Hernández), uma rapariga latina cujo pai foi preso injustamente por, supostamente, ter retaliado um assassinato de um carro em andamento. Eva inicia-se num gangue, e apenas frequenta as aulas porque é obrigada pelo agente de liberdade condicional. O liceu de Long Beach e os seus arredores são o palco de guerras de gangues, onde ódio e racismo pululam. Entretanto, a ingénua e novata professora Erin Gruwell (Hilary Swank) arranja emprego naquela mesma escola. O seu primeiro dia de aulas acaba por ser chocante ao assistir a uma luta na sala de aula, e a outra de maior escala no pátio do liceu.
Uma noite, Eva e uma refigiada do Cambodja, Sindy (Jaclyn Ngan), encontram-se na mesma loja de conveniência. Outro estudante, Grant Rice (Armand Jones), depois de sair frustrado da loja por ter perdido um jogo depara-se com o namorado de Eva que dispara sobre este, mas acaba por atingir mortalmente o namorado de Sindy. Assistindo a tudo, Eva deve testemunhar em tribunal; ela pretende proteger os da sua raça no seu testemunho.
Na escola, Gruwell intercepta um desenho racista de um dos seus alunos, e usa-o para lhes ensinar sobre o Holocausto (acontecimento que, exceptuando um aluno, ninguém conhece). Gradualmente, vai adquirindo a confiança dos jovens e compra-lhes cadernos em branco, a cada um, para que escrevam ai as suas experiências de abuso, de morte e de exclusão. Determinada na mudança dos seus alunos, Gruwell arranja dois part-times para pagar livros novos e começa a passar mais tempo na escola, para desagrado do seu marido (Patrick Dempsey). Os estudantes começam a respeitar e a aprender mais, e a transformação é sobretudo visível em Marcus (Jason Finn). Convida vários sobreviventes do Holocausto para falarem sobre as suas experiências à turma, e leva-os numa viagem de estudo ao Museu da Tolerância. Entretanto, os seus métodos de ensino são criticados pelos seus colegas e pela responsável pelo seu departamento Margaret Campbell (Imelda Staunton). O ano seguinte chega, e Gruwmell permanece com a mesma turma.
Na aula, quando lêem o Diário de Anne Frank, decidem convidar Miep Gies. Já nos EUA, no liceu, Miep conta-lhes sobre a sua experiência de esconder Anne Frank. Quando Marcus lhe diz que ela é sua heroína, Miep nega-o, dizendo que estava simplesmente a fazer o que era certo. A sua nega leva Eva a repensar no que há-de dizer no tribunal. E quando finalmente chega o dia, acaba por contar a verdade. Entretanto, Gruwell dá aos seus estudantes um novo projecto, em que devem transformar os seus diários em livro. É assim que nasce The Freedom Writers Diary. O filme acaba com a mensagem de que Gruwell terá conseguido com que muitos dos seus alunos se tivessem graduado.
Como eu disse em cima, este filme baseia-se em factos muito reais. A professora, os alunos e o livro existem de facto.
O Diário dos Escritores da Liberdade: Como Uma Professora e 150 Adolescentes Usaram a Escrita Para Mudarem-se a Si Próprios e ao Mundo à Sua Volta é um livro de não ficção de 1999 escrito pelos Freedom Writers, um grupo de estudantes de Woodrow Wilson High School em Long Beach, Califórnia, e pela sua profussora Erin Gruwell. The Freedom Writers Diary surgiu no seguimento da tarefa proposta pela professora para escreverem sobre os seus passados, presentes e futuros. O método de ensino, de facto, teve origem num desenho racista que circulava na aula, e no facto de que, ao compará-lo àquele que deu origem ao Holocausto, se ter deparado com semblantes vazios.
A 24 de Março de 2008, uma professora de inglês em Indianapolis, Indiana, Connie Heerman, foi suspensa por ano e meio sem direito ao ordenado por usar o referido livro na sala de aula, contrariando a decisão do quadro superior da escola. Os professores objectaram contra o conteúdo racial e sexual.
A dream, de Common. Pertence à banda sonora do filme de que hoje vos falo.
Esta tarde, encontrei um novo filme para ver no youtube. Seria o típico filme de uma professora que, para além de ensinar, ainda "salva" os seus alunos da violência das ruas, senão fosse mais do que isso. Lol. A verdade é que só me pus a vê-lo porque tinha a Hilary Swank, o gajo bom de Anatomia de Grey (que afinal pouco aparece) e tinha o Mario (... o cantor). Não pensei que fosse um filme de drama juvenil, mas comecei a ver, e acabou por me prender. Existem outros filmes do género, mas este é muito bom. Baseia-se na realidade de um grupo de alunos e da sua professora.
Sinopse: (Resumo alargado) O filme começa com uma cena dos motins, em 1992, em Los Angeles e apresenta-nos Eva (April Lee Hernández), uma rapariga latina cujo pai foi preso injustamente por, supostamente, ter retaliado um assassinato de um carro em andamento. Eva inicia-se num gangue, e apenas frequenta as aulas porque é obrigada pelo agente de liberdade condicional. O liceu de Long Beach e os seus arredores são o palco de guerras de gangues, onde ódio e racismo pululam. Entretanto, a ingénua e novata professora Erin Gruwell (Hilary Swank) arranja emprego naquela mesma escola. O seu primeiro dia de aulas acaba por ser chocante ao assistir a uma luta na sala de aula, e a outra de maior escala no pátio do liceu.
Uma noite, Eva e uma refigiada do Cambodja, Sindy (Jaclyn Ngan), encontram-se na mesma loja de conveniência. Outro estudante, Grant Rice (Armand Jones), depois de sair frustrado da loja por ter perdido um jogo depara-se com o namorado de Eva que dispara sobre este, mas acaba por atingir mortalmente o namorado de Sindy. Assistindo a tudo, Eva deve testemunhar em tribunal; ela pretende proteger os da sua raça no seu testemunho.
Na escola, Gruwell intercepta um desenho racista de um dos seus alunos, e usa-o para lhes ensinar sobre o Holocausto (acontecimento que, exceptuando um aluno, ninguém conhece). Gradualmente, vai adquirindo a confiança dos jovens e compra-lhes cadernos em branco, a cada um, para que escrevam ai as suas experiências de abuso, de morte e de exclusão. Determinada na mudança dos seus alunos, Gruwell arranja dois part-times para pagar livros novos e começa a passar mais tempo na escola, para desagrado do seu marido (Patrick Dempsey). Os estudantes começam a respeitar e a aprender mais, e a transformação é sobretudo visível em Marcus (Jason Finn). Convida vários sobreviventes do Holocausto para falarem sobre as suas experiências à turma, e leva-os numa viagem de estudo ao Museu da Tolerância. Entretanto, os seus métodos de ensino são criticados pelos seus colegas e pela responsável pelo seu departamento Margaret Campbell (Imelda Staunton). O ano seguinte chega, e Gruwmell permanece com a mesma turma.
Na aula, quando lêem o Diário de Anne Frank, decidem convidar Miep Gies. Já nos EUA, no liceu, Miep conta-lhes sobre a sua experiência de esconder Anne Frank. Quando Marcus lhe diz que ela é sua heroína, Miep nega-o, dizendo que estava simplesmente a fazer o que era certo. A sua nega leva Eva a repensar no que há-de dizer no tribunal. E quando finalmente chega o dia, acaba por contar a verdade. Entretanto, Gruwell dá aos seus estudantes um novo projecto, em que devem transformar os seus diários em livro. É assim que nasce The Freedom Writers Diary. O filme acaba com a mensagem de que Gruwell terá conseguido com que muitos dos seus alunos se tivessem graduado.
Como eu disse em cima, este filme baseia-se em factos muito reais. A professora, os alunos e o livro existem de facto.

O Diário dos Escritores da Liberdade: Como Uma Professora e 150 Adolescentes Usaram a Escrita Para Mudarem-se a Si Próprios e ao Mundo à Sua Volta é um livro de não ficção de 1999 escrito pelos Freedom Writers, um grupo de estudantes de Woodrow Wilson High School em Long Beach, Califórnia, e pela sua profussora Erin Gruwell. The Freedom Writers Diary surgiu no seguimento da tarefa proposta pela professora para escreverem sobre os seus passados, presentes e futuros. O método de ensino, de facto, teve origem num desenho racista que circulava na aula, e no facto de que, ao compará-lo àquele que deu origem ao Holocausto, se ter deparado com semblantes vazios.
A 24 de Março de 2008, uma professora de inglês em Indianapolis, Indiana, Connie Heerman, foi suspensa por ano e meio sem direito ao ordenado por usar o referido livro na sala de aula, contrariando a decisão do quadro superior da escola. Os professores objectaram contra o conteúdo racial e sexual.
terça-feira, outubro 07, 2008
Perverted-Justice - Pedofilia
Hoje falo-vos de um site cada vez mais conhecido nos EUA e fora deles. Já tinha ouvido falar dele há cerca de um ano no programa da Oprah (sim, da Oprah), quando um programa, Dateline, foi apresentado ao espectadores. De vez em quando tentava aceder ao site (à tarde) mas não conseguia, tal é o tráfego a que está sujeito. Consegui hoje de manhã, porque a esta hora os norte americanos ainda estão todos a dormir e não andam a navegar.
Lembrei-me de publicar hoje o post porque o tal programa que foi apresentado na Oprah, estreou recentemente em Portugal, salvo erro no Domingo à noite, no Fox Crime. O programa é o Dateline - To Catch a Predator, e o site é perverted-justice.com.
O objectivo, tanto do site como do programa, é apanhar pedófilos cibernautas. São pedófilos que entram em salas de conversação e metem conversa com crianças com intenção de conseguirem sexo. A ideia do site é publicar fotografias de pedófilos, as conversas entre o pedófilo e a "criança", e as condenações, entre outros. É exibir estes homens à comunidade e aos vizinhos onde estes se integram. Para isso, voluntários fazem-se passar por uma criança, normalmente entre os 11 e os 14 anos de idade, fazem os predadores falar, marcam um encontro onde estará a polícia, reunem toda a informação e entregam-na à justiça. E, às vezes, com sorte, conseguem a condenação. Até este preciso momento em que escrevo, já conseguiram 300 condenações, desde Junho de 2004.
Onde é que o programa entra na história? O Dateline é um programa noticioso, em que se fez uma série especial sobre pedófilos. Eles estavam na casa usada para ter os encontros marcados pelo site. Quando os pedófilos entravam em casa para terem sexo com a criança eram confrontados por Chris Hansen. Todos eles estão nos arquivos do perverted-justice. Dos que eu me lembro melhor são Ryan Hogan (um bombeiro de Nova Iorque, que não chegou a entrar em casa porque viu um carro da polícia a passar por perto e ficou com medo, marcou novo encontro num lugar público mas não chegou a aparecer, até que o prórpio Chris Hansen foi ter com ele ao quartel - se a montanha não vem a Maomé, Maomé vai à montanha -, e não foi preciso muito para Ryan confessar), John Kennelly (desempregado, que mostra claramente a sua intenção de ter sexo com a "criança" ao fazer o que esta pede, despindo-se - pedir algo para o predador fazer, como despir-se ou trazer cerveja, é uma técnica que a polícia usa porque mostra intenção clara do predador ter relações com o menor, o que se torna muito útil em tribunal -, é confrontado com o jornalista, mas dá-se ao luxo de cometer o mesmo erro duas vezes ao voltar a ser apanhado no dia a seguir, mais uma vez pelo programa) e o Rabi David Kaye (basta dizer que me lembro bem dele por ser um rabi, uma pessoa da sociedade na qual muitos de nós depositam confiança e os nossos segredos). Em baixo podem ver um vídeo com uma parte do programa em que podem ver claramente o John Kennelly (na primeira confrontação) e o Rabi.
As condenações destes senhores podem ser vistas clicando sobre o nome deles, e se, entrando na página, clicarem sobre o seu nickname (que está logo no cimo) têm acesso às conversas que conduziram aos encontros. Chama-se a atenção que algumas são muito gráficas, e não podemos esquecer que estes homens pensam que estao a falar com crianças.
Um dos piores (votado pelos leitores), contudo, e, creio, que não apareceu no programa Dateline mas que está nos arquivos do perverted-justice, é Paul Short. Ele tem uma conversa longa e, de longe, das piores que li. Acrescento ainda que cada conversa tem os comentários (a azul) da pessoa que estava a fazer-se passar pela criança.
Este é um site muito polémico nos EUA mas, pessoalmente, concordo com o que faz. Eu não tenho filhos mas será que, se o tivesse, não gostaria de ser avisada que um pedófilo vive perto? Do que somos capazes para proteger os nossos filhos?Além disso, este site, em princípio, só publica os casos cuja investigação já foi encerrada, quer tenha havido condenação ou não.
Aqui há uns tempos, já este ano, conheci o caso de um pai que ficou a saber que a sua filha menor recebia enumeros contactos de um homem, que por acaso era o seu patrão. A filha teve a genialidade de o dizer ao pai, mas nem todas as crianças o fazem, por várias razões. Podem estar chateadas com os pais, podem ter medo dos pais, podem pensar que a culpa é sua, enfim, um sem número de causas. Esta, felizmente, conversou com o pai. O pai fez queixa à polícia que pouco fizeram e que disseram que precisavam de provas para começar a investigação. O homem, nesse sentido, invadiu propriedade privada e roubou o computador do patrão (onde tinha a certeza de estarem todos os registos), e levou-o à polícia. No fim, foi este pai, que tentava proteger a filha, que foi preso. Esta história aconteceu em Portugal.
Lembrei-me de publicar hoje o post porque o tal programa que foi apresentado na Oprah, estreou recentemente em Portugal, salvo erro no Domingo à noite, no Fox Crime. O programa é o Dateline - To Catch a Predator, e o site é perverted-justice.com.
O objectivo, tanto do site como do programa, é apanhar pedófilos cibernautas. São pedófilos que entram em salas de conversação e metem conversa com crianças com intenção de conseguirem sexo. A ideia do site é publicar fotografias de pedófilos, as conversas entre o pedófilo e a "criança", e as condenações, entre outros. É exibir estes homens à comunidade e aos vizinhos onde estes se integram. Para isso, voluntários fazem-se passar por uma criança, normalmente entre os 11 e os 14 anos de idade, fazem os predadores falar, marcam um encontro onde estará a polícia, reunem toda a informação e entregam-na à justiça. E, às vezes, com sorte, conseguem a condenação. Até este preciso momento em que escrevo, já conseguiram 300 condenações, desde Junho de 2004.
Onde é que o programa entra na história? O Dateline é um programa noticioso, em que se fez uma série especial sobre pedófilos. Eles estavam na casa usada para ter os encontros marcados pelo site. Quando os pedófilos entravam em casa para terem sexo com a criança eram confrontados por Chris Hansen. Todos eles estão nos arquivos do perverted-justice. Dos que eu me lembro melhor são Ryan Hogan (um bombeiro de Nova Iorque, que não chegou a entrar em casa porque viu um carro da polícia a passar por perto e ficou com medo, marcou novo encontro num lugar público mas não chegou a aparecer, até que o prórpio Chris Hansen foi ter com ele ao quartel - se a montanha não vem a Maomé, Maomé vai à montanha -, e não foi preciso muito para Ryan confessar), John Kennelly (desempregado, que mostra claramente a sua intenção de ter sexo com a "criança" ao fazer o que esta pede, despindo-se - pedir algo para o predador fazer, como despir-se ou trazer cerveja, é uma técnica que a polícia usa porque mostra intenção clara do predador ter relações com o menor, o que se torna muito útil em tribunal -, é confrontado com o jornalista, mas dá-se ao luxo de cometer o mesmo erro duas vezes ao voltar a ser apanhado no dia a seguir, mais uma vez pelo programa) e o Rabi David Kaye (basta dizer que me lembro bem dele por ser um rabi, uma pessoa da sociedade na qual muitos de nós depositam confiança e os nossos segredos). Em baixo podem ver um vídeo com uma parte do programa em que podem ver claramente o John Kennelly (na primeira confrontação) e o Rabi.
As condenações destes senhores podem ser vistas clicando sobre o nome deles, e se, entrando na página, clicarem sobre o seu nickname (que está logo no cimo) têm acesso às conversas que conduziram aos encontros. Chama-se a atenção que algumas são muito gráficas, e não podemos esquecer que estes homens pensam que estao a falar com crianças.
Um dos piores (votado pelos leitores), contudo, e, creio, que não apareceu no programa Dateline mas que está nos arquivos do perverted-justice, é Paul Short. Ele tem uma conversa longa e, de longe, das piores que li. Acrescento ainda que cada conversa tem os comentários (a azul) da pessoa que estava a fazer-se passar pela criança.
Este é um site muito polémico nos EUA mas, pessoalmente, concordo com o que faz. Eu não tenho filhos mas será que, se o tivesse, não gostaria de ser avisada que um pedófilo vive perto? Do que somos capazes para proteger os nossos filhos?Além disso, este site, em princípio, só publica os casos cuja investigação já foi encerrada, quer tenha havido condenação ou não.
Aqui há uns tempos, já este ano, conheci o caso de um pai que ficou a saber que a sua filha menor recebia enumeros contactos de um homem, que por acaso era o seu patrão. A filha teve a genialidade de o dizer ao pai, mas nem todas as crianças o fazem, por várias razões. Podem estar chateadas com os pais, podem ter medo dos pais, podem pensar que a culpa é sua, enfim, um sem número de causas. Esta, felizmente, conversou com o pai. O pai fez queixa à polícia que pouco fizeram e que disseram que precisavam de provas para começar a investigação. O homem, nesse sentido, invadiu propriedade privada e roubou o computador do patrão (onde tinha a certeza de estarem todos os registos), e levou-o à polícia. No fim, foi este pai, que tentava proteger a filha, que foi preso. Esta história aconteceu em Portugal.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Modelos de Chocolate
Joana, nós adoramos chocolate. De todas as maneiras. Ao ponto de ele te levar a uma feira de chocolate (os pormenores extra não contam). Porque não uma festa em particular? Porque não vestir chocolate? Esta passagem de moda já aconteceu o ano passado, e muito longe daqui, mas elas estão sempre a acontecer. No fim, comemos a roupa (ou comem-nos).
Etiquetas: coisas
quinta-feira, setembro 11, 2008
quarta-feira, setembro 10, 2008
Um Escritório Mais Interessante
Hoje tenho estado a ter (hã?) um dia do caraças. Pois, ainda não trabalho e, por isso, não posso dizer que estou encafuada num escritório, mas alguns de vocês estão, e se estiverem como eu, então este é um dia que nunca mais acaba. Alguns de vós, contudo, encontraram coisas mais interessantes para fazer. Eu até podia dizer que nao tenho paciência para isso, mas se faço origami... A verdade no entanto é que não tenho paciência para isto HOJE. Mas deixo-vos, a vocês, a pensarem no que fariam para tornar o dia mais interessante no vosso escritório.
Etiquetas: coisas
sábado, setembro 06, 2008
sexta-feira, setembro 05, 2008
quarta-feira, setembro 03, 2008
Polícia Sinaleiro
Vocês já começam a conhecer-me, eu sou pelas coisas positivas, pela alegria da vida, enfim, por tudo de bom (existem coisas más, claro que existem, mas devemos apenas apreender a lição a retirar dela e esquecer o resto). Este senhor é um dos meus. Tony Lapore, de Rhode Island, EUA, podia ter um trabalho maçador, mas ao que parece ele diverte-se. Acho que devíamos encarar o trabalho/emprego, mais ou menos, como ele.
domingo, agosto 31, 2008
Probabilidade de Violação & Dicas de Defesa

Este post é especialmente dirigido a mulheres, mas creio que também os homens devem ler e discutir isto em casa ou, eventualmente, com as amigas. Resulta de um estudo feito a partir de conversas com violadores confessos e condenados. São factos sobre a probabilidade de uma violação acontecer.
1) A primeira coisa que os homens reparam numa potencial vítima é o penteado. A probabilidade é maior de ir atrás de uma mulher que use rabo-de-cavalo, cabelo enrolado, entraçado ou qualquer outro estilo de penteado que seja fácil de agarrar. As mulheres de cabelo curto não são vítimas tão comuns.
2) A segunda coisa a que os homens dão atenção é a forma de vestir. Eles vão procurar mulheres com roupas que rapidamente se tirem. Muitos têm consigo tesouras especificamente para cortar as roupas.
3) Eles também procuram mulheres que estejam ao telemóvel, à procura de algo dentro da mala ou a fazer alguma outra coisa enquanto vão a caminhar porque não estão atentas ao que as rodeia e podem ser facilmente dominadas.
4) É mais provável que os homens ataquem e violem de madrugada entre as 5.oo e as 8.30 da manhã. (Porquê?)
5) As mulheres são mais atacadas/apanhadas em parques de estacionamento, garagens e casas-de-banho públicas.
6) A intenção destes homens é agarrar a mulher e rapidamente levá-la para outro local onde não precisem de se preocupar se são apanhados.
7) Apenas 2% afirmaram ter levado armas pois o porte de arma agrava a pena de prisão.
8) Se a mulher der algum tipo de luta, o homem facilmente se desencoraja porque iria levar muito tempo.
9) Os homens questionados disseram que não escolhiam mulheres que levam consigo chapéus de chuva, ou outros objectos similares que possam ser usados a alguma distância nas suas mãos. Por outro lado, as chaves não são um impeditivo pois a mulher teria de se aproximar muito do atacante para que as possa utilizar como arma.
10) Os próprios violadores disseram que uma das melhores tácticas de defesa para quando a mulher se aperceber que está a ser seguida, é olhar o homem nos olhos e fazer uma pergunta do tipo "que horas são?" ou ter uma conversa de ocasião como falar do tempo. Agora, a mulher viu o rosto da pessoa e conseguiria identificá-lo para a polícia, acabou de perder charme como alvo a atacar.
11) Se alguém estiver a vir de frente para a mulher, ela deve manter as mãos à frente e gritar: Pare ou Mantenha-se Longe. Parte dos entrevistados disseram que se afastavam do alvo se ela gritasse ou mostrasse que não tinha medo de dar luta. É que, mais uma vez, eles procuram um alvo fácil.
12) Se a mulher levar consigo spray pimenta ou um mero desodorizante em spray (desde que tenha alcóol), ela deve fazer com que o atacante o saiba e, caso necessário, apontá-lo na direcção dele. Isso pode impedi-lo de atacar.
13) Se alguem agarrar a mulher, ela não o conseguirá vencer através da força, mas pode vencê-lo através da inteligência. Se for agarrada pela cintura e está de costas para o seu atacante, a vítima deve beliscar o homem debaixo do braço (entre o cotovelo e a parte de baixo do ombro) ou no interior da coxa do agressor com o máximo de força que conseguir. Existe até a possibilidade de, com este gesto, rasgar o músculo do atacante.
14) Após o primeiro ataque, a mulher deve atacar sempre as virilhas! Pode existir o receio de que o homem ao ser atacado nas suas partes íntimas se torne ainda mais agressivo, mas a verdade é que os entrevistados afirmaram que procuram mulheres que não lhes tragam muitos problemas.
15) Quando o atacante colocar as mãos na mulher, ela deve agarrar nos primeiros dois dedos e puxá-los para trás tanto quanto conseguir e pressionar, ao mesmo tempo, para baixo.
16) Claro que os avisos que ouvimos continuam a aplicar-se. A mulher deve estar atenta ao que a rodeia, levar alguém consigo sempre que possível e estar atenta a qualquer comportamento estranho, não o desvalorizar e seguir sempre os seus instintos.
Dicas para este tipo de ataque e outros:
1) Do Taekwondo: o cotovelo é a parte mais forte do teu corpo, se estás próxima o suficiente para o utilizar, então usa.
2) Se um ladrão te pedir a tua carteira/mala, não lha entregues em mão, atira-a para longe de ti... é mais provável que ele esteja mais interessado na carteira/mala do que em ti, e quando ele for apanhá-la, corre.
3) Se alguma vez fores atirada para dentro da mala de um carro, dá um pontapé nas luzes traseiras (pelo interior da mala) e coloca o teu braço pelo buraco e acena. O condutor não te consegue ver mas todos os que olharem para o carro conseguirão. Ao que parece este truque já salvou algumas vidas. E eu fui investigar: no meu Corsa não dá para usar este truque, já um outro carro, por exemplo o Golf, caía que nem ginjas.
4) As mulheres têm a tendência a entrar nos carros depois de fazerem as compras, do trabalho, de comer, etc, e simplesmente ficam sentadas (a preencher o livro de cheques, a fazer listas, a falar ao telemovel, ...). Não faças isto! É muito fácil um estranho aproveitar-se da distracção e entrar para o banco de passageiros e apontar a arma. Não facilites!
5) Se alguém está no carro com uma arma apontada a ti, não conduzas para onde ele te diz. Em vez disso, acelera contra qualquer coisa com toda a velocidade, estragas o carro mas o teu air bag vai-te salvar. Se a pessoa está no banco de trás vai sentir-se demasiado doloroso. Assim que o carro bater, sai e foge.
6) Vai sempre de elevador por oposição às escadas. Estas podem fazer bem a quem está de dieta mas também são o lugar perfeito para um crime. Claro que se torna particularmente verdade de noite.
7) Se o atacante tiver uma arma e tu não estás sob o controle dele, foge. Só em 4% das vezes,um atacante atira em alvos em movimento. E mesmo nessas ocasiões, a probabilidade de acertar num órgão vital é muito baixa. Ao correr, fá-lo de preferência em zig-zag.
8) As mulheres estão sempre a tentar ser sompreensivas. Pára! Nem 8 nem 80. Não sejas paranoica, mas desconfia um pouco. Ted Bundy, considerado por muitos criminologistas o maior e mais perigoso assassino em série de todos os tempos, era bem parecido, bem educado, que conseguia sempre a simpatia das mulheres que nem suspeitavam. Ele caminhava com uma bengala ou coxeava e muitas vezes pedia ajuda para dentro do seu veículo ou com o seu veículo, e era quando ele raptava a sua próxima vítima! Acrescento ainda que ele era tão bem falante que, nunca tendo tido aulas de direito, soube-se defender sozinho, sem advogados, em tribunal. E quase conseguiu escapar.
9) Por fim, só fazer referência a um novo método, que pode ter muitas variantes, de um assassino em série nos EUA. Ele tinha o choro de um bebe gravado e fazia tocar a cassete à porta das vítimas, por forma a fazê-las sair para a rua e, assim, atacá-las.
A verdade é que muitos destes factos não se aplicam só a mulheres. Aplicam-se também a homens, e em algumas situações, a crianças. Não sejamos paranoicos, mas nos dias que correm, estejamos prevenidos, com o grau certo de desconfiança.
1) A primeira coisa que os homens reparam numa potencial vítima é o penteado. A probabilidade é maior de ir atrás de uma mulher que use rabo-de-cavalo, cabelo enrolado, entraçado ou qualquer outro estilo de penteado que seja fácil de agarrar. As mulheres de cabelo curto não são vítimas tão comuns.
2) A segunda coisa a que os homens dão atenção é a forma de vestir. Eles vão procurar mulheres com roupas que rapidamente se tirem. Muitos têm consigo tesouras especificamente para cortar as roupas.
3) Eles também procuram mulheres que estejam ao telemóvel, à procura de algo dentro da mala ou a fazer alguma outra coisa enquanto vão a caminhar porque não estão atentas ao que as rodeia e podem ser facilmente dominadas.
4) É mais provável que os homens ataquem e violem de madrugada entre as 5.oo e as 8.30 da manhã. (Porquê?)
5) As mulheres são mais atacadas/apanhadas em parques de estacionamento, garagens e casas-de-banho públicas.
6) A intenção destes homens é agarrar a mulher e rapidamente levá-la para outro local onde não precisem de se preocupar se são apanhados.
7) Apenas 2% afirmaram ter levado armas pois o porte de arma agrava a pena de prisão.
8) Se a mulher der algum tipo de luta, o homem facilmente se desencoraja porque iria levar muito tempo.
9) Os homens questionados disseram que não escolhiam mulheres que levam consigo chapéus de chuva, ou outros objectos similares que possam ser usados a alguma distância nas suas mãos. Por outro lado, as chaves não são um impeditivo pois a mulher teria de se aproximar muito do atacante para que as possa utilizar como arma.
10) Os próprios violadores disseram que uma das melhores tácticas de defesa para quando a mulher se aperceber que está a ser seguida, é olhar o homem nos olhos e fazer uma pergunta do tipo "que horas são?" ou ter uma conversa de ocasião como falar do tempo. Agora, a mulher viu o rosto da pessoa e conseguiria identificá-lo para a polícia, acabou de perder charme como alvo a atacar.
11) Se alguém estiver a vir de frente para a mulher, ela deve manter as mãos à frente e gritar: Pare ou Mantenha-se Longe. Parte dos entrevistados disseram que se afastavam do alvo se ela gritasse ou mostrasse que não tinha medo de dar luta. É que, mais uma vez, eles procuram um alvo fácil.
12) Se a mulher levar consigo spray pimenta ou um mero desodorizante em spray (desde que tenha alcóol), ela deve fazer com que o atacante o saiba e, caso necessário, apontá-lo na direcção dele. Isso pode impedi-lo de atacar.
13) Se alguem agarrar a mulher, ela não o conseguirá vencer através da força, mas pode vencê-lo através da inteligência. Se for agarrada pela cintura e está de costas para o seu atacante, a vítima deve beliscar o homem debaixo do braço (entre o cotovelo e a parte de baixo do ombro) ou no interior da coxa do agressor com o máximo de força que conseguir. Existe até a possibilidade de, com este gesto, rasgar o músculo do atacante.
14) Após o primeiro ataque, a mulher deve atacar sempre as virilhas! Pode existir o receio de que o homem ao ser atacado nas suas partes íntimas se torne ainda mais agressivo, mas a verdade é que os entrevistados afirmaram que procuram mulheres que não lhes tragam muitos problemas.
15) Quando o atacante colocar as mãos na mulher, ela deve agarrar nos primeiros dois dedos e puxá-los para trás tanto quanto conseguir e pressionar, ao mesmo tempo, para baixo.
16) Claro que os avisos que ouvimos continuam a aplicar-se. A mulher deve estar atenta ao que a rodeia, levar alguém consigo sempre que possível e estar atenta a qualquer comportamento estranho, não o desvalorizar e seguir sempre os seus instintos.
Dicas para este tipo de ataque e outros:
1) Do Taekwondo: o cotovelo é a parte mais forte do teu corpo, se estás próxima o suficiente para o utilizar, então usa.
2) Se um ladrão te pedir a tua carteira/mala, não lha entregues em mão, atira-a para longe de ti... é mais provável que ele esteja mais interessado na carteira/mala do que em ti, e quando ele for apanhá-la, corre.
3) Se alguma vez fores atirada para dentro da mala de um carro, dá um pontapé nas luzes traseiras (pelo interior da mala) e coloca o teu braço pelo buraco e acena. O condutor não te consegue ver mas todos os que olharem para o carro conseguirão. Ao que parece este truque já salvou algumas vidas. E eu fui investigar: no meu Corsa não dá para usar este truque, já um outro carro, por exemplo o Golf, caía que nem ginjas.
4) As mulheres têm a tendência a entrar nos carros depois de fazerem as compras, do trabalho, de comer, etc, e simplesmente ficam sentadas (a preencher o livro de cheques, a fazer listas, a falar ao telemovel, ...). Não faças isto! É muito fácil um estranho aproveitar-se da distracção e entrar para o banco de passageiros e apontar a arma. Não facilites!
5) Se alguém está no carro com uma arma apontada a ti, não conduzas para onde ele te diz. Em vez disso, acelera contra qualquer coisa com toda a velocidade, estragas o carro mas o teu air bag vai-te salvar. Se a pessoa está no banco de trás vai sentir-se demasiado doloroso. Assim que o carro bater, sai e foge.
6) Vai sempre de elevador por oposição às escadas. Estas podem fazer bem a quem está de dieta mas também são o lugar perfeito para um crime. Claro que se torna particularmente verdade de noite.
7) Se o atacante tiver uma arma e tu não estás sob o controle dele, foge. Só em 4% das vezes,um atacante atira em alvos em movimento. E mesmo nessas ocasiões, a probabilidade de acertar num órgão vital é muito baixa. Ao correr, fá-lo de preferência em zig-zag.
8) As mulheres estão sempre a tentar ser sompreensivas. Pára! Nem 8 nem 80. Não sejas paranoica, mas desconfia um pouco. Ted Bundy, considerado por muitos criminologistas o maior e mais perigoso assassino em série de todos os tempos, era bem parecido, bem educado, que conseguia sempre a simpatia das mulheres que nem suspeitavam. Ele caminhava com uma bengala ou coxeava e muitas vezes pedia ajuda para dentro do seu veículo ou com o seu veículo, e era quando ele raptava a sua próxima vítima! Acrescento ainda que ele era tão bem falante que, nunca tendo tido aulas de direito, soube-se defender sozinho, sem advogados, em tribunal. E quase conseguiu escapar.
9) Por fim, só fazer referência a um novo método, que pode ter muitas variantes, de um assassino em série nos EUA. Ele tinha o choro de um bebe gravado e fazia tocar a cassete à porta das vítimas, por forma a fazê-las sair para a rua e, assim, atacá-las.
A verdade é que muitos destes factos não se aplicam só a mulheres. Aplicam-se também a homens, e em algumas situações, a crianças. Não sejamos paranoicos, mas nos dias que correm, estejamos prevenidos, com o grau certo de desconfiança.
quinta-feira, agosto 28, 2008
terça-feira, agosto 26, 2008
O Homem dos Anos 40
Para quem pensava que o homem metrossexual é algo de muito recente, deste século, desengane-se. Este vídeo é prova disso, pois ao que parece é dos anos 40 em que os homens já pensavam muito na moda em roupa, em penteados e já se maquilhavam. Desde que não hajam excessos acho que não há mal nenhum. Os homens não são menos machos. Mas enfim, a verdade é que o preconceito existe, embora já não tanto como em tempos. Cada qual deve andar como se sentir melhor, certo?
Nubrella
Este podia ser um vídeo fora de época de ano, mas hei!, ainda a semana passada choveu para aqui. Por isso deixem-me mostrar-vos a última novidade para os dias de chuva. Talvez se faça moda, mas eu, pessoalmente, acho um pouco estranho, um pouco futurista demais para meu gosto, mas se gostarem, por favor, está mais ou menos a 50 euros. Procurem-no.
sexta-feira, agosto 22, 2008
Concurso de Equilíbrio
Há concursos para tudo, e aqui está mais um exemplo: o concurso de equilibrista em alturas extremamente altas. No fim, ganhou um chinês (porra, que os chineses estão em todo o lado).
Etiquetas: coisas
Homem vs Touro
Há quem não goste de tourada porque se trata de um confronto desigual entre Homens e touros, além de que o facto de se cortarem os cornos do bicho poder tornar a competição ainda mais desequilibrada. Eu até concordo, no que toca aos cavaleiros, pessoalmente não acho muita piada no momento em que se espetam as bandarilhas. Mas confesso que até gosto de ver a parte dos forcados, aí sim, é homem contra touro. É uma tradição. Mas pode haver quem diga, "pois, mas lembra-te que os animais têm os cornos cortados". E eu pergunto "qual dos animais?" Bem, seja como for, aqui têm uma nova versão de tourada e aqui sim, não há motivos para se pensar que a luta é desigual. Reprem que o bicho tem os cornos até bastante afiados. Esta é uma modalidade que tem ganho cada vez mais adeptos.
quarta-feira, agosto 20, 2008
Monólogo de Uma Mulher Moderna
(Num futuro breve...)
São 5.30h da manhã, o despertador não pára de tocar e não tenho froças nem para atirá-lo contra a parede. Estou acabada. Não quero ir trabalhar hoje. Quero ficar em casa, a cozinhar, a ouvir música, a cantar, etc. Tudo menos sair da cama, meter a primeira e ter de pôr o cérebro a funcionar. Gostava de saber quem foi a bruxa imbecil, a matriz das feministas que teve a desgraçada da ideia de reinvidicar os direitos da mulher e porque o fez connosco que nascemos depois dela?
Esava tudo tão bem no tempo das nossas avós, elas passavam o dia todo a bordar, a trocar receitas com as suas amigas, ensinando-se mutuamente segredos de condimentos, truques, remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos seus maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, recolhendo legumes das hortas e educando os filhos. A vida era um grande curso de artesãos, medicina alternativas e de cozinha.
Depois ainda ficou melhor, tivemos os serviços, chegou o telefone, as telenovelas, a pílula, o centro comercial, o cartão de crédito, a Interner! Quantas horas de paz a sós e de realização pessoal nos trouxe a tecnologia!
Até que veio uma tipa, que pelos vistos não gostava do corpinho que tinha, para contaminar as outras rebeldes inconsequentes com ideias raras sobre "vamos conquistar o nosso espaço". Que espaço?! Que caraças!
Se já tínhamos a casa inteira, o bairro era nosso, o mundo a nossos pés!!! Tínhamos o domínio completo dos nossos homens, eles dependiam de nós, para comer, vestirem-se e para parecerem bem á frente doa amigos, e agora? Onde é que eles estão??? Nosso espaço???!!! Uma treta...
Agora eles estão confundidos, não sabem que papel desempenham na sociedade, fogem de nós como o diabo da cruz.
Essa piada... essa ideia estúpida, acabou por encher-nos de deveres. E o pior de tudo, acabou lançando-nos no calabouço da solteirice crónica aguda!!!
Antigamente os casamentos eram para sempre. Porquê? Digam-me porquê, um sexo que tinha tudo do melhor que só necessitava de ser frágil e deixar-se guiar pela vida, começou a competir com os machos? A quem ocorreu tal ideia?
Vejam o tamanhão dos bíceps deles e vejam o tamanho dos nossos! Estava muito claro que isso não ia terminar bem.
Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de ser magra como uma escova, mas com as mamas e o rabo rijos, para o qual tenho que me matar no ginásio, ou de juntar dinheiro para fazer uma mamoplastia, uma lipo, ou implantes nas nádegas... Além de morrer de fome, pôr hidratantes, anti-rugas, padecer do complexo do radiador velho a beber água a toda a hora e acima de tudo ter armas para não cair vencida pela velhice, maquilhar-me impecavelmente cada manhã desde a cara ao dcote, ter o cabelo impecável e não me atrasar com as madeixas, escolher bem a roupa, os sapatos e os acessórios, não vá não estar apresentável para a reunião de trabalho. E não só, mas também ter que decidir que perfume combina com o meu humor, ter de sair a correr para ficar engarrafada no trânsito e ter que resolver metade das coisas pelo telemóvel, correr o risco de ser assaltada ou de morrer numa investida de um autocarro ou de uma mota, instalar-me todo o dia em frente ao pc, trabalhar como uma escrava, moderna claro está, com um telefone ao ouvido a resolver problemas uns atrás dos outros, que ainda por cima não são os meus problemas!!! Tudo para sair com os olhos vermelhos? Pelo monitor, porque para chorar de amor não há tempo!
E olhem que tinhamos tudo resolvido, estamos a pagar o preçi por estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, perfumadas, unhas perfeitas, operadas, sem falar do currículo impecável, cheio de diplomas, de doutoramentos e especialidades, tornámo-nos super-mulheres mas continuamos a ganhar menos que eles e de todos os modos são eles que nos dão ordens!!!
Que desastre!
Quero alguém que me abra a porta para que possa passar, que me puxe a cadeira quando me vou sentar, que mande flores, cartinhas com poesias, que me faça serenatas à janela!
Se nós já sabíamos que tínhamos um cérebro e que o podíamos utilizar para quê ter que demontra-lo a eles??
Ai meu Deus, são 6.10h, e tenho que levantar-me da cama...
Que fria está solitária e enorme cama! Ahhh... Quero um maridinho que chegue do trabalho, que se sente ao sofá e me diga: meu amos, não me trazes um whisky por favor? ou: o que há para jantar? Porque descobri que é muito melhor servir-lhe um jantar caseiro do que atragantar-me com uma sanduíche e uma Coca-Cola light enquanto termino o trabalho que trouxe para casa.
Pensas que estou a ironizar ou a exagerar?
Não minhas queridas amigas, colegas inteligentes, realizadas liberais... e idiotas!
Estou a falar muito a sério: abdico do meu posto de mulher moderna. E digo mais: a maior prova da superioridade feminina era o facto de os homens esfalfarem-se a trabalhar parea sustentar a nossa vida boa!
Agora somos iguais a eles!
Autor Desconhecido
São 5.30h da manhã, o despertador não pára de tocar e não tenho froças nem para atirá-lo contra a parede. Estou acabada. Não quero ir trabalhar hoje. Quero ficar em casa, a cozinhar, a ouvir música, a cantar, etc. Tudo menos sair da cama, meter a primeira e ter de pôr o cérebro a funcionar. Gostava de saber quem foi a bruxa imbecil, a matriz das feministas que teve a desgraçada da ideia de reinvidicar os direitos da mulher e porque o fez connosco que nascemos depois dela?
Esava tudo tão bem no tempo das nossas avós, elas passavam o dia todo a bordar, a trocar receitas com as suas amigas, ensinando-se mutuamente segredos de condimentos, truques, remédios caseiros, lendo bons livros das bibliotecas dos seus maridos, decorando a casa, podando árvores, plantando flores, recolhendo legumes das hortas e educando os filhos. A vida era um grande curso de artesãos, medicina alternativas e de cozinha.
Depois ainda ficou melhor, tivemos os serviços, chegou o telefone, as telenovelas, a pílula, o centro comercial, o cartão de crédito, a Interner! Quantas horas de paz a sós e de realização pessoal nos trouxe a tecnologia!
Até que veio uma tipa, que pelos vistos não gostava do corpinho que tinha, para contaminar as outras rebeldes inconsequentes com ideias raras sobre "vamos conquistar o nosso espaço". Que espaço?! Que caraças!
Se já tínhamos a casa inteira, o bairro era nosso, o mundo a nossos pés!!! Tínhamos o domínio completo dos nossos homens, eles dependiam de nós, para comer, vestirem-se e para parecerem bem á frente doa amigos, e agora? Onde é que eles estão??? Nosso espaço???!!! Uma treta...
Agora eles estão confundidos, não sabem que papel desempenham na sociedade, fogem de nós como o diabo da cruz.
Essa piada... essa ideia estúpida, acabou por encher-nos de deveres. E o pior de tudo, acabou lançando-nos no calabouço da solteirice crónica aguda!!!
Antigamente os casamentos eram para sempre. Porquê? Digam-me porquê, um sexo que tinha tudo do melhor que só necessitava de ser frágil e deixar-se guiar pela vida, começou a competir com os machos? A quem ocorreu tal ideia?
Vejam o tamanhão dos bíceps deles e vejam o tamanho dos nossos! Estava muito claro que isso não ia terminar bem.
Não aguento mais ser obrigada ao ritual diário de ser magra como uma escova, mas com as mamas e o rabo rijos, para o qual tenho que me matar no ginásio, ou de juntar dinheiro para fazer uma mamoplastia, uma lipo, ou implantes nas nádegas... Além de morrer de fome, pôr hidratantes, anti-rugas, padecer do complexo do radiador velho a beber água a toda a hora e acima de tudo ter armas para não cair vencida pela velhice, maquilhar-me impecavelmente cada manhã desde a cara ao dcote, ter o cabelo impecável e não me atrasar com as madeixas, escolher bem a roupa, os sapatos e os acessórios, não vá não estar apresentável para a reunião de trabalho. E não só, mas também ter que decidir que perfume combina com o meu humor, ter de sair a correr para ficar engarrafada no trânsito e ter que resolver metade das coisas pelo telemóvel, correr o risco de ser assaltada ou de morrer numa investida de um autocarro ou de uma mota, instalar-me todo o dia em frente ao pc, trabalhar como uma escrava, moderna claro está, com um telefone ao ouvido a resolver problemas uns atrás dos outros, que ainda por cima não são os meus problemas!!! Tudo para sair com os olhos vermelhos? Pelo monitor, porque para chorar de amor não há tempo!
E olhem que tinhamos tudo resolvido, estamos a pagar o preçi por estar sempre em forma, sem estrias, depiladas, sorridentes, perfumadas, unhas perfeitas, operadas, sem falar do currículo impecável, cheio de diplomas, de doutoramentos e especialidades, tornámo-nos super-mulheres mas continuamos a ganhar menos que eles e de todos os modos são eles que nos dão ordens!!!
Que desastre!
Quero alguém que me abra a porta para que possa passar, que me puxe a cadeira quando me vou sentar, que mande flores, cartinhas com poesias, que me faça serenatas à janela!
Se nós já sabíamos que tínhamos um cérebro e que o podíamos utilizar para quê ter que demontra-lo a eles??
Ai meu Deus, são 6.10h, e tenho que levantar-me da cama...
Que fria está solitária e enorme cama! Ahhh... Quero um maridinho que chegue do trabalho, que se sente ao sofá e me diga: meu amos, não me trazes um whisky por favor? ou: o que há para jantar? Porque descobri que é muito melhor servir-lhe um jantar caseiro do que atragantar-me com uma sanduíche e uma Coca-Cola light enquanto termino o trabalho que trouxe para casa.
Pensas que estou a ironizar ou a exagerar?
Não minhas queridas amigas, colegas inteligentes, realizadas liberais... e idiotas!
Estou a falar muito a sério: abdico do meu posto de mulher moderna. E digo mais: a maior prova da superioridade feminina era o facto de os homens esfalfarem-se a trabalhar parea sustentar a nossa vida boa!
Agora somos iguais a eles!
Autor Desconhecido
Etiquetas: coisas, pensamentos
domingo, março 30, 2008
A nova arma do Cupido

"Um estudo já de 2008 analisou a evolução de vários casais heterossexuais através da forma como comunicavam por telemóvel. Desenvolvia-se nas seguintes fases:
- A primeira fase é o tempo das declarações amorosas e a descrição do desejo em mensagens muito trabalhadas do ponto de vista literário.
- Na segunda, o telemóvel é utilizado para gerir discussões, iniciar reconciliações e exprimir nostalgia pela ausência das mensagens carinhosas características da primeira época.
- A terceira fase é mais pragmática. Não se fazem nem se esperam declarações amorosas; telefona-se para combinar tarefas domésticas ou familiares.
Em todas as fases, segundo o estudo, a relação entre o casal está presente de uma forma ou outra. Ter o telemóvel ligado, lembrar-se de comunicar com o outro de vez em quando e ligar ou enviar uma sms a desejar boa-noite quando não se coabita faz parte da rotina dos inquiridos. Quando um desses hábitos é quebrado, a relação pode estar em risco.
O estudo também estabelece uma espécie de protocolo de comportamento quando surge um problema. Regra geral, inicia-se a abordagem com uma sms que suaviza a tensão e transmite boas intenções ("espero que tenhas um bom dia" ou "não te preocupes com o que aconteceu"). Depois, passa-se para a comunicação oral, na qual se procura criar empatia com o outro. Por último, combian-se, por telefone, um encontro para resolver um problema." (Super Interessante, Abril 2008)
Sabem, consigo rever o meu comportamento enquanto namorei, neste artigo, apesar das minhas 3 fases serem um pouco misturadas e não tão bem definidas como se fala no texto. Mas, sim, as palavras mais bonitas foram-me ditas através de telemóvel (inclusive a palavra mais importante numa relação - na altura, não achei que tivesse sido a melhor altura uma vez que foi logo após a vitória dos portugueses frente à Inglaterra, no Euro'04, antes pensei que fosse da excitação da vitória, mas ei pelo menos fui a primeira pessoa em quem ele pensou para experessar a alegria). Mas também se gera uma dependência que eu não considero saudável. Se eu adormecer e me esquecer de mandar a famosa sms das boas noites, é porque tenho sono e não porque não gosto dele. Não consigo entender a desconfiança ou as dúvidas que daí advêm. Se a relação for boa e estável há que perdoar momentos destes com descontração. Acontece a todos, então porque fazer um filme porque não telefonámos uma vez? Além disso, dependendo do nosso parceiro, e da própria relação, tem que se dar espaço. Mas se essas dúvidas existem, se tem que haver um esforço para ter o telemóvel ligado, para lembrar do namorado, então meus amigos, não vale a pena. Devia acontecer tudo com naturalidade e se não acontece, então alguma coisa está mal. Mas, atenção, acredito nas vantagens do telemóvel. Coisas que não se tem coragem para dizer cara a cara (por vergonha ou por outro motivo qualquer), porque dá tempo de pensar nas palavras certas... Mas não se deixem limitar pelo telemóvel, porque ele pode ser muito bom mas há sempre palavras que são melhor sentidas quando se diz com a pessoa a frente e há sempre coisas que ficam por fazer.
Catarina Duarte
O estudo também estabelece uma espécie de protocolo de comportamento quando surge um problema. Regra geral, inicia-se a abordagem com uma sms que suaviza a tensão e transmite boas intenções ("espero que tenhas um bom dia" ou "não te preocupes com o que aconteceu"). Depois, passa-se para a comunicação oral, na qual se procura criar empatia com o outro. Por último, combian-se, por telefone, um encontro para resolver um problema." (Super Interessante, Abril 2008)
Sabem, consigo rever o meu comportamento enquanto namorei, neste artigo, apesar das minhas 3 fases serem um pouco misturadas e não tão bem definidas como se fala no texto. Mas, sim, as palavras mais bonitas foram-me ditas através de telemóvel (inclusive a palavra mais importante numa relação - na altura, não achei que tivesse sido a melhor altura uma vez que foi logo após a vitória dos portugueses frente à Inglaterra, no Euro'04, antes pensei que fosse da excitação da vitória, mas ei pelo menos fui a primeira pessoa em quem ele pensou para experessar a alegria). Mas também se gera uma dependência que eu não considero saudável. Se eu adormecer e me esquecer de mandar a famosa sms das boas noites, é porque tenho sono e não porque não gosto dele. Não consigo entender a desconfiança ou as dúvidas que daí advêm. Se a relação for boa e estável há que perdoar momentos destes com descontração. Acontece a todos, então porque fazer um filme porque não telefonámos uma vez? Além disso, dependendo do nosso parceiro, e da própria relação, tem que se dar espaço. Mas se essas dúvidas existem, se tem que haver um esforço para ter o telemóvel ligado, para lembrar do namorado, então meus amigos, não vale a pena. Devia acontecer tudo com naturalidade e se não acontece, então alguma coisa está mal. Mas, atenção, acredito nas vantagens do telemóvel. Coisas que não se tem coragem para dizer cara a cara (por vergonha ou por outro motivo qualquer), porque dá tempo de pensar nas palavras certas... Mas não se deixem limitar pelo telemóvel, porque ele pode ser muito bom mas há sempre palavras que são melhor sentidas quando se diz com a pessoa a frente e há sempre coisas que ficam por fazer.
Catarina Duarte
Etiquetas: coisas
quinta-feira, março 27, 2008
18 Dicas Para Se Viver Bem
No outro dia mandaram-me um mail sobre 18 dicas para se viver bem. Parece que nos dias qiue correm são poucas as pessoas que dizem que vivem bem. Acho que o problema está em saberem o que é viver bem. Muitas pessoas associam à posse de bens materiais e pouco mais. Mas viver bem é mais do que isso. E se querem saber, eu vivo bem. Não há um único dia que não faça parte das notícias uma situação triste qualquer, ou fome, ou incêndios, ou inundações, ou mais uma bomba, ou a descoberta de uma nova arma que mata mais gente, ou uma nova doença, ou que Portugal está na cauda do desenvolvimento da UE, assaltos, droga. Gente, eu vivo bem. Eu posso não ter tudo. Posso estar aflita com tantos trabalhos na faculdade, posso ter saudades das pessoas que já partiram, posso queixar-me do frio, posso queixar-me, aliás, de mil e uma maneiras e com isso perder instantes da minha vida. Nós perdemos muito tempo a enumerar os problemas. EU já perdi muito tempo a fazê-lo, mas aprendi. Há muita coisa que não se pode mudar com queixas. Por isso, eu vivo bem. Eu estou no cantinho do mundo. Já não me queixo mais. E se um dia me virem a fazê-lo ou é por brincadeira, ou é porque sei que a queixa pode mudar o rumo das coisas ou porque estou para morrer. Eu vivo bem. Mas se precisam de dicas para viverem bem, aqui ficam elas:
Persegue metas possíveis de serem alcançadas

Sorri sempre espontânea e genuinamente

Divide com os outros

Ajuda os necessitados

Mantêm o teu espírito jovem

Relaciona-te com os ricos, pobres, bonitos e feios

Mantém-te calmo, mesmo em momentos de pressão

Usa o teu humor para aliviar o stress

Perdoa os que te incomodam

Tem alguns amigos em quem possas confiar

Coopera e consegue as melhores recompensas

Valoriza cada momento passado com aqueles que amas

Mantem em alta a tua confiança e auto estima

Respeita as diferenças

De vez em quando, permite-te quebrar as regras

Navega na net por prazer

Corre riscos calculados

Compreende que dinheiro não é tudo

Catarina
Etiquetas: coisas


















