segunda-feira, junho 08, 2009

7 Filmes Que Não Me Canso De Ver

Ok, este é um post muito pessoal. É a minha lista, e podia ter incluído mais alguns. Só que esses alguns fazem parte daquele tipo de filmes em que já estás cansada de algumas cenas e começas a passá-las à frente. Estes 7 filmes são aqueles que eu vejo do princípio ao fim, sem corte de cenas. Não tenho preferência por um género, a minha personalidade é gostar de tudo um pouco. São filmes que por uma razão ou outra me marcaram, ou pelas circunstâncias ou pela história. Façam a vossa lista.

Duelo de Titãs (2000)

Género: Drama
Com Denzel Washington, Will Patton, Donald Faison, Wood Harris, Ryan Hurst, Kate Bosworth, Ryan Gosling.
Herman Boone (Denzel Washington) é contratado para ser treinador de uma equipa de futebol americano do Liceu T. C. Williams, Virgínia, início dos anos 70, dividida pelo racismo. A integração racial dos estabelecimentos de ensino norte-americanos está em curso e as relações entre estudantes é complicada. Contrariamente a todas as expectativas, Boone consegue derrubar as barreiras raciais existentes e fazer da equipa um grupo unido. (Baseado em acontecimentos reais, é um dos meus filmes preferidos pela história e pela mudança.)

Wimbledon - Encontro Perfeito (2004)

Género: Comédia, Romance
Com Kirsten Dunst, Paul Bettany, Kyle Hyde, Robert Lindsay, Bernard Hill, Sam Neill, James McAvoy, Jon Favreau.
Peter Colt (Paul Bettany) é um tenista sem sorte no jogo e no amor. Com um "wildcard", consegue ir jogar no prestigiado torneio de Wimbledon, onde se apaixona pela estrela Lizzie Bradbury (Kirsten Dunst). Subitamente inspirado pela sua nova paixão e protegido pela sorte, Peter vê a possibilidade de realizar o seu sonho...e vencer o torneio. (Apesar de ser uma história previsível e que se pode esquecer assim que acaba o filme, talvez por envolver o ténis, gosto dele, e vejo sempre que há um grand slam.)

América Proibída (1998)

Género: Drama
Com Edward Norton, Edward Furlong, Fairuza Balk, Beverly D'Angelo, Elliott Gould.
Depois de uma vida dedicada à violência, um homem vai ter que lutar contra os seus ideais para não colocar em perigo os seus laços. Danny Vinyard (Edward Furlong) é um adolescente influenciado pelo irmão mais velho, Derek (Edward Norton), um skinhead repleto de ódio por todos os que são diferentes de si. A aversão a outras raças dispara com a morte do pai. Ele inicia uma viagem ao mundo da violência que o vai levar à prisão. Nesse período de solidão Derek apercebe-se que pode ser um homem diferente. A sua única incerteza é se vai ser capaz de ajudar o seu irmão. (O meu primeiro filme preferido. Se tivesse que ordenar esta lista, este filme estaria no topo. Um filme bastante intenso e marcante.)

Armageddon (1998)

Género: Ficção Científica, Acção
Com Bruce Willis, Billy Bob Thornton, Ben Affleck, Liv Tyler, Will Patton, Steve Buscemi, William Fichtner, Owen Wilson, Michael Clarke Duncan, Jason Isaacs, Eddie Griffin, Charlton Heston.
Um asteróide do tamanho do Estado do Texas dirige-se para a Terra a alta velocidade. O seu impacto contra o planeta significará o desaparecimento do mesmo. Depois de descobrir a situação e com uma margem de actuação de doze dias, o director da NASA, Dan Truman (Billy Bob Thorton), decide enviar doze homens liderados por Harry S. Stamper (Bruce Willis) - o melhor profissional na realização de prospecções - para que cheguem até à superfície do meteorito, a perfurem e introduzam um dispositivo nuclear que o faça explodir em mil pedaços. (Em termos de ficção científica, só vou até aqui, nada de ETs, de hobbits, ou de feiticeiros com cicatrizes na testa. Por outro lado, nunca chorei no Titanic, no Pearl Harbor - enfim, os filmes típicos que dão para chorar -, mas chega a hora do homem ficar para tráz no asteróide e eu desmancho-me sempre, sempre, de todas as vezes.)

P.S. - I Love You (2007)

Género: Drama, Romance
Com Hilary Swank, Gerard Butler, Gina Gershon, James Marsters, Lisa Kudrow, Kathy Bates.
Holly Kennedy (Hilary Swank) é atraente, inteligente e casada com o amor da sua vida - Gerry (Gerard Butler), um impetuoso e divertido irlandês. Quando uma doença tira a vida a Gerry, Holly fica em estado de choque. A única pessoa que a pode ajudar é aquela que já não está com ela. Ninguém conhecia Holly como Gerry, e por isso antes de morrer ele escreveu uma série de cartas. Cada carta, que vai chegando até Holly de forma inesperada, ajuda-a a ultrapassar o luto e a redescobrir-se, terminando sempre com um "P.S. I Love You". Os familiares e amigos receiam que as cartas não deixem Holly esquecer o passado mas, para ela, as palavras de Gerry servem de guia para uma tocante e hilariante viagem de redescoberta do seu casamento. (Antes do filme sair, muito antes, li o livro e apaixonei-me. Passado um ano ou dois, saiu para os cinemas e eu apaixonei-me pelo filme, talvez por falar em possibilidades, em sonhos. Adoro.)

Páginas de Liberdade (2007)

Género: Drama
Com Hilary Swank, Patrick Dempsey, Glenn Scott, Imelda Staunton.
A duplamente galardoada com um "Óscar da Academia" Hilary Swank brilha nesta apaixonante história sobre jovens vindos de bairros degradados, criados no meio de tiroteios e de um ambiente violento, e uma professora que lhes dá o que eles mais precisam: uma voz própria. Largada na "zona de tiro" de uma escola dilacerada pela violência e pela tensão racial, a professora Erin Gruwell trava uma batalha para fazer com que a sala de aulas passe a ter importância nas vidas destes estudantes. Agora, contando as suas próprias histórias e ouvindo as histórias dos outros, um grupo de jovens, supostamente "incorrigíveis", irá descobrir o poder da tolerância, reclamar as suas vidas despedaçadas e mudar os seus mundos. Com desempenhos electrizantes por parte de um elenco de estrelas, em que se inclui o vencedor do Globo de Ouro Patrick Dempsey (Anatomia de Grey) e a estrela de música Mário, Páginas de Liberdade é baseado no aclamado best-seller, The Freedom Writers Diary. (Mais um filme baseado na realidade. Antes de ter estreado ontem na televisão portuguesa, já eu o tinha visto vezes sem conta, e quem segue o blog sabe que sim. Dos melhores...)

Ratatui (2007)

Género: Animação, Comédia
Com Patton Oswalt, Brian Dennehy, Janeane Garofalo, Ian Holm, Peter O'Toole.
No mundo dos ratos, Remy está destinado a uma vida de um simples "detector de veneno" utilizando o seu talento único para seleccionar o lixo "seguro" para a sua família comer. Mas considera-se um criador. Quando não está à procura dos restos de comida gourmet, está ocupado a estudar com a máxima atenção o seu bem mais precioso, o já gasto livro de culinária do magnífico chefe de cozinha, o falecido Chefe Auguste Gusteau. Quando o destino o faz literalmente cair na cozinha de Gusteau, no restaurante mundialmente famoso do seu ídolo em Paris, Remy vive o seu sonho de cozinhar, embora de forma pouco convencional, numa cozinha de verdade. (Sim, sim, eu também gosto de desenhos animados, e este filme só representa todos (ou quse todos) os do seu género, principalmente, porque me fazem esquecer da realidade e me fazem rir com vontade.)

Esta é a minha lista, mas há muitos filmes que adoro, muitos entre comédias românticas (Notting Hill), dramas (Rebeldes do Bairro), ficção científica (O Dia Depois De Amanhã), filmes baseados em factos reais (A Lista De Schindler), desenhos animados (Ice Ages), etc. Mas como vos disse, façam a vossa lista.

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quinta-feira, maio 14, 2009

Nauti Dreams - Lora Leigh

"Natches Mackay separou-se da sua família, anos antes, excepto dos dois primos que lhe deram a única família que ele alguma vez conheceu. Agora, ele é arrastado para a vida do seu pai de formas que podem destruir, a si próprio e a mulher que o desafia além da razão: agente Chaya Dane. Esta luta por deixar o seu próprio passado para trás de si. Mas uma missão em Somerset, Kentucky, trá-la de volta aos sonhos de Natches - e para as sombras do pai dele, suspeito do roubo de mísseis. Poderá custar a Chaya mais do que ela imaginou."
Para leres a minha opinião, clica sobre a imagem.

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domingo, março 08, 2009

Os 15 Países Mais Perigosos do Mundo

15 Geórgia/Cáucaso, Rússia
14 Nigéria
13 Algéria
12 Haiti
11 Costa do Marfim

10 Zimbabué
9 Sudão
8 Iémen
7 Sri Lanka
6 Gaza, Teritórios Palestinianos
5 Paquistão
4 República Democrática do Congo
3 Iraque
2 Afeganistão
1 Somália
Fonte: Forbes.com

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O Assassino Inglês - Daniel Silva

«Espião ocasional e restaurador de arte, Gabriel Allon chega a Zurique para restaurar a obra de um Velho Mestre, a pedido de um banqueiro milionário. Em vez disso, dá por si manchado com o sangue do cliente e injustamente acusado do seu homicídio. Allon vê-se inesperadamente a braços com uma voraz cadeia de acontecimentos, incluindo roubos de arte pelos nazis, um suicídio com várias décadas e um trilho sangrento de assassínios - alguns da sua autoria. O mundo da espionagem que Allon pensava ter colocado de parte vai envolvê-lo uma vez mais. E ele terá de lutar pela vida com o assassino que ajudou a treinar.»
Para leres a minha opinião, clica na imagem.

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segunda-feira, fevereiro 23, 2009

O Criado Secreto - Daniel Silva

«Gabriel Allon é chamado para mais uma missão: ir a Amesterdão estudar os arquivos de um analista de terrorismo que acabou de ser assassinado. Chegado à cidade, Gabriel descobre contudo uma conspiração de terror no submundo islâmico e que tem Londres como alvo. A filha do embaixador americano é raptada e corre perigo de vida. Ao tentar salvá-la, Gabriel torna-se tembém um alvo dos terroristas. A inesperada aliança que forma com um homem que perdeu tudo devido à sua devoção ao Islão leva Gabriel a questionar a moralidade das táticas que usa e a arriscar a orópria vida.»

Bem, que livro! Um dos melhores que li do Daniel Silva. Por um lado, para quem nunca leu, é bom começar por este, porque de certeza que vai gostar, e de certeza que vai querer ler todos os outros para trás. Por outro lado, ler sem conhecer um pouco da vida de Gabriel pode ser arriscado. Bem, o que é que pode ser dito sobre o livro em si? Já vos disse que não parei de o ler, enquanto não acabou? Havia alguém que dizia, que os livros da série de Gabriel Allon começam de forma algo morna, e vai aquecendo até se tornar explosivo. Eu não descreveria melhor. O melhor do Daniel Silva é que ele tem sempre algo para ensinar nos seus livros (que de resto, é o que penso de qualquer livro, há sempre qualquer coisa a retirar). Neste livro em particular, ele aborda o número crescente de árabes no Ocidente, principalmente, na Europa, e uma eventual eminência de ataques em território europeu (que já temos assistido desde o 11 de Setembro: quem não se lembra do atentado em Madrid ou do atentado em Londres?). Obviamente, que também dá um pouco de destaque ao conflito israelo-palestiniano, ou não fosse Gabriel quem é, mas pela primeira vez, nesta série, não é o mais importante, pois Gabriel não está às ordens dos seus serviços mas sim, dos americanos e dos ingleses. Foi interessante esta nova abordagem. E, também, é uma estreia ver a outra hipótese de um árabe que sofreu em nome das suas crenças. Quando isto acontece, a maioria torna-se ainda mais fanático, com maior desejo de vingança. Neste livro, podemos ver o caso em que tal se dá, mas também alguém que vai pelo outro caminho, ou seja, que desiste, que abandona e que se torna apenas simpatizante, mas não activo na luta por Ala. Uma dicotomia interessante, representada por duas gerações da mesma família. Gostei muito do livro, por toda a informação que me proporcionou, por todos os cenários possíveis e explorados. Se aconselho? Claro.
Pena que agora tenha que esperar, sabe Deus até quando, para ler o próximo (o próximo escrito por Silva, não o próximo editado pela Bertrand).

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sexta-feira, fevereiro 20, 2009

O Artista da Morte - Daniel Silva

«Gabriel Allon foi em tempos um importante agente dos serviços secretos israelitas, mas agora só pensa em fugir do passado para viver uma vida tranquila como restaurador de arte. É no entanto chamado de volta às perigosas missões.
A agente com quem terá de trabalhar esconde-se por detrás da sua própria máscara de sedutora modelo. O alvo de ambos: um astuto terrorista numa última onde de matança, um palestiniano fanático de nome Tariq, que desempenhou um papel negro no passado de Gabriel. Aquilo que começa por ser uma caça ao homem torna-se um duelo que atravessa o globo e é alimentado pela intriga política e por intensas paixões pessoais. Num mundo onde o sigilo e a duplicidade são absolutas, a vingança é um luxo sem preço, e a maior das obras de arte.»

Apesar da desconfiança, só hoje confirmei que este autor tem descendência portuguesa, mais precisamente, açoreana. Mais umas sementes da genialidade portuguesa espalhadas pelo mundo fora ;) Este livro vem no seguimento de grandes sucessos como o Confessor ou a Mensageira, mas não na ordem em que foi escrito. Isto é, este livro tem no mínimo 8 anos, e foi escrito muito antes dos dois referidos e de outros livros já editados em Portugal. De modos que nos deparamos com uma ordem de acontecimentos que não faz qualquer sentido. Agora imaginem: este é o primeiro livro escrito da série de Allon, o livro que li a seguir foi o sétimo, e o livro que vou ler a seguir (saído hoje para as livrarias) é o número dois. Não podemos esquecer que entretanto temos quatro livros, com uma personagem cheia de história. No livro que li antes deste (A Mensageira) ele tinha uma mulher, e agora nem sequer a conhece. Acho que é o único contra que posso apontar, e que não é algo que esteja diretamente relacionado com o autor, mas sim com as editoras. Consigo ver que o Código Da Vinci, de Dan Brown, abriu muitas portas a outros livros do género (contriariadores da Igreja, instigadores do pensamento próprio), que estavam esquecidos nas prateleiras, o que acabou por ser o caso de O Confessor. Quando este finalmente viu a luz do dia em Portugal, o autor tornou-se conhecido o suficiente para tornar viável a edição dos seus outros livros. Só agora nos chegam livros escritos antes desse best-seller. É de dar voltas à cabeça.
Tanta coisa dita e nem sequer mencionei o tema central da série Allon, o conflito israelo-palestiniano. Não o pretendo fazer de forma crítica. Esta já é uma guerra que dura há muito tempo, e que muita gente nem sabe como ou quando começou. Pior, chegou ao ponto de quem faz a guerra, os próprios israelitas e palestinianos, não o saberem. Eu gosto do herói. Um pouco invulgar para heróis, mas talvez vulgar para espiões israelitas, não sei. Só sei que Daniel Silva nos transmite uma boa ideia de como será.
Aquilo que me ficou derrepente na cabeça foi a comparação que um palestiniano (não lhe vou chamar terrorista, mas é isso que ele é no livro) faz do Bairro Alto de Lisboa com Beirute nos velhos tempos.

"Um denso nevoeiro atlântico subia pelo rio Tejo à medida que Kemel ia avançando pelas ruas apinhadas do Bairro Alto. Fim de tarde, os trabalhadores a fluir para casa vindos dos empregos, os bares e os cafés a encherem-se, os Lisboetas a fazer fila aos balcões das cervejarias para jantar. Kemel (o palestiniano) atravessou uma pequena praça: velhos a beber vinho tinto no ar fresco da noite; varinas, as vendedeiras de peixe, a lavar percas do mar nos seus cestos grandes. Passou a custo por uma viela estreita cheia de vendedores de roupas baratas e bugigangas. Um mendigo cego pediu-lhe dinheiro. Kemel deixou-lhe cair uns quantos escudos (percebem quando digo que o livro é antigo?) na caiza de madeira preta à volta do pescoço. Uma cigana ofereceu-se para lhe ler a sina. Kemel recusou educadamente e continuou a andar. O Bairro Alto lembrava-lhe Beirute nos velhos tempos - Beirute e os campos de refugiados, pensou. Em comparação, Zurique parecia fria e estéril. Não era de admirar que Kemel gostasse tanto de Lisboa.
Entrou numa casa de fado apinhada e sentou-se. Um empregado colocou-lhe à frente uma garrafa verde de vinho da casa, juntamente com um copo. Acendeu um cigarro e serviu-se de um copo de vinho. Normal, nenhuma complexidade, mas surpreendentemente agradável.
Um momento depois, o mesmo empregado foi para a parte da frente da sala apertada e parou ao lado de um par de guitarristas. Quando os guitarristas tocaram com suavidade os primeiros acordes tristes da música, o empregado fechou os olhos e começou a cantar. Kemel não conseguia compreender as palavras, mas rapidamente deu por si a ser arrebatado pela melodia lancinante.
No meio da canção, um homem sentou-se ao lado de Kemel. Camisola de lã grossa, jaquetão manhoso, lenço apertado ao pescoço, barba por fazer. Parecia um trabalhador das docas vindo do cais. Inclinou-se para a frente e murmurou umas palavras a Kemel em português. Kemel encolheu os ombros.
- Receio que não fale a língua.
Voltou outra vez a atenção para o cantor. A música estava a chegar ao clímax emocional, mas, na tradição do fado, o cantor permaneceu direito como uma vareta, como se estivesse em sentido.
O trabalhador das docas tocou ao de leve no cotovelo de Kemel e falou-lhe em português uma segunda vez. Desta vez, Kemel limitou-se a abanar a cabeça e manteve os olhos no cantor.
Então, o trabalhador das docas inclinou-se para a frente e disse em árabe:
- Perguntei-te se gostavas ou não de fado.
Kemel voltou-se e olhou com atenção para o homem sentado ao seu lado.
Tariq disse:
- Vamos para um sítio qualquer mais sossegado onde possamos falar.

Caminharam do Bairro Alto até Alfama, um labirinto de vielas estreitas e degraus de pedra a serpentear por entre casas caiadas. (...)
Tariq disse:
- Não chegaste a responder à minha pergunta.
- E que pergunta foi essa?
- Gostas de fado?
- Suponho que seja algo de que se aprenda a gostar.
Sorriu e acrescentou:
- Como a própria Lisboa. Por alguma razão, recorda-me a nossa terra.
- O fado é uma música dedicada ao sofrimento e à dor. É por isso que te recorda a nossa terra.
- Suponho que tenhas razão."

Há mais para descobrirem sobre Lisboa, aos olhos dos palestinianos, aos olhos de Daniel Silva.

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sexta-feira, fevereiro 13, 2009

De que me queixo eu?

Eu adoro andar de comboio, ir sentadinha no meu lugar, ler um livro. Enfim, adoro andar de comboio, excepto nas horas de ponta. Mas ponho-me a pensar, depois de ver este vídeo, de que me queixo eu?

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terça-feira, janeiro 27, 2009

O Rapaz do Pijama às Riscas



Durante a Segunda Guerra Mundial, uma família alemã muda-se de Berlim para Auschwitz, quando o patriarca é ordenado por Hitler em a trabalhar no campo de concentração. Aí, Bruno, um miúdo de 9 anos e filho do oficial, começa uma amizade com um menino judeu da mesma idade.(ZON Lusomundo)
Estreia 29 de Janeiro

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Complexo Baader Meinhof



Complexo Baader Meinhof conta a história desde as origens até a morte dos principais líderes da RAF (Rote Armee Faktion) um grupo terrorista que sacudiu a Alemanha nos anos 70 com uma táctica extremamente agressiva de guerrilha urbana onde o assassinato não era problema. Este grupo era liderado por Andreas Baader e mais tarde teve a participação da jornalista Ulrike Meinhof.(ZON Lusomundo)
Estreia 29 de Janeiro

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segunda-feira, janeiro 19, 2009

Resistentes



Baseado na história real de três irmãos judeus (Craig, Schreiber e Bell), que escapam de uma Polônia ocupada pelo nazismo e acabam numa floresta localizada na Bielorússia. Lá, construirão uma vila e salvarão mais 1200 outros judeus de morrerem pelas mãos do ditador alemão.(ZON Lusomundo)
Estreia 22 de Janeiro

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Warlords - Irmãos de Sangue



Finais de 1870. O General Pang (Jet Li) encontra-se no alto das muralhas da cidade, vestido a rigor com o traje de Governador, e cheio de sonhos e ambições. Pang seguiu um caminho sem retorno: se tivesse feito outra escolha, talvez fosse mais tarde um dos heróis a derrubar o regime imperial da corrupta Dinastia Qing, ajudando a erigir uma nova China. Ele poderia ter mudado o curso da História… …Mas dois bandidos e uma mulher mudaram o curso da sua vida – ajudando-o a alcançar os seus objectivos, mas acabando por colocar em causa a sua demissão. Os dois bandidos são os seus fiéis irmãos de sangue, Zhao Er-Hu (Andy Lau) e Jiang Wu-Yang (Takeshi Kaneshiro). A mulher que se interpõe entre eles é a esposa de Zhao, Lian (Xu Jinglei).(ZON Lusomundo)
Estreia 22 de Janeiro

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10 Países Com Maior e Menor Liberdade de Imprensa

Em 2002, a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) criou um índice de Liberdade de Imprensa (ILI), para todos os países. Este índice reflecte o grau de liberdade que os jornalistas e organizações noticiosas gozam em cada país, e os esforços das autoridades para respeitar e assegurar o respeito por essa liberdade.
Uma pontuação e uma posição é atribuída a cada país no ranking final. Eles são indicadores complementares que juntos avaliam o estado da liberdade de imprensa. Um país pode mudar a sua posição de ano para ano mesmo que a sua pontuação seja a mesma, e vice-versa.
Este ranking reflecte a situação durante um período específico, de ano a ano, a cada 1 de Setembro. Para este post, é baseado somente em acontecimentos entre 1 Set 07 e 1 Set 08.
Não olha à violação dos direitos humanos em geral, apenas às violações da liberdade de imprensa.
Para compilar este índice, a RSF prepara um questionário com 49 perguntas que avaliam o estado de liberdade de imprensa em cada país. Inclui todo o tipo de violação que directamente afecta jornalistas (tal como assassínios, prisões, outros ataques físicos e ameaças) e outros serviços noticiosos (censura, confisco de documentos nas instalações, buscas e assédios). E inclui o grau de impunidade gozados pelos responsáveis por essas violações. Mede ainda o nível de censura interna em cada país e a capacidade dos mídia para investigar e criticar. Pressão financeira, que é cada vez mais comum, é também medida e incorporada na pontuação final.
O questionário tem em conta o sistema legal da comunicação social (incluindo sanções por ofensas, a existência de um monopólio para certos tipos de imprensa e como esta é regulada) e o nível de independência dos serviços noticiosos públicos. Reflecte ainda as violações do uso livre de informação na Internet.
A RSF teve ainda em conta não só os abusos por parte do governo, como também por parte de milícias armadas, organizações clandestinas e grupos de pressão.
O questionário foi mandado para parceiros da RSF (18 grupos de liberdade de imprensa nos 5 continentes), para a sua rede de 130 correspondentes por todo o mundo, e para jornalistas, pesquisadores, juristas e activistas dos direitos humanos. Uma escala concebida pela organização foi depois usada para cada questionário.
Os 173 países no ranking são aqueles para os quais a RSF recebeu questionários completos de um número mínimo de fontes independentes. Alguns países não estão incluídos por causa da falta de credibilidade, confiança nos dados e sua confirmação. Quando os países ficam empatados, a sua posição é ditada pela ordem alfabética.
O índice não deve, no entanto, ser tomado como uma indicação da qualidade de imprensa nos países indicados. Poder escrever o que se quiser implica que se pode escrever porcaria e asneiras.

Índice para 1Set07-1Set08:
Com maior liberdade:
~1 Islândia 1,50
~~Luxemburgo 1,50
~~Noruega 1,50
~4 Estónia 2,00
~~Finlândia 2,00
~~Irlanda 2,00
~7 Bélgica 3,00
~~Letónia 3,00
~~Nova Zelândia 3,00
~~Eslováquia 3,00

Com menor liberdade:
~164 Laos 70,00
~165 Sri Lanka 78,00
~166 Irão 80,33
~167 China 85,50
~168 Vietname 86,17
~169 Cuba 88,33
~170 Burma 94,38
~171 Turquemenistão 95,50
~172 Coreia do Norte 96,50
~173 Eritreia 97,50

Portugal está neste momento em 16º com um índice de 4 pontos.
Entretanto, Portugal ao longo dos anos:
2002 - 7º - 1,50
2003 - 28º - 5,17
2004 - 25º - 4,50
2005 - 23º - 4,83
2006 - 10º - 3,00
1007 - 8º - 2,00

Uma conclusão a retirar do relatório de 2008 é que a liberdade de imprensa não é garantida pela riqueza do país, mas antes pela paz associada a ele. Veja-se por exemplo os Estados Unidos, um dos países no mundo com maior riqueza mas com relativa liberdade de imprensa (36º) ou por exemplo a Jamaica, que apesar de ser um país fora dos top 100 mais ricos, tem um índice que o coloca na 21ª posição.

Para além deste índice, posso dar outros números reveladores, como os que se incluem no que podem ver na página da RSF, o barómetro da liberdade de imprensa.
Em 2008, no mundo (na Europa e ex-URSS):
> 60 jornalistas mortos (8)
> 1 assitente morto
> 673 jornalistas presos (86)
> 929 fisicamente atacados ou ameaçados (168)
> 353 reportagens censuradas (79)
> 29 jornalistas raptados

Internet:
> 1 blogger morto
> 59 bloggers presos
> 45 fisicamente atacados
> 1740 sites foram bloqueados, fechados ou suspensos

Já no ano 2009, no mundo:
> 3 jornalistas mortos
> 0 assistentes mortos
> 137 jornalistas presos
> 9 assitentes presos
> 70 cibernautas presos

Fontes: ReportersWithout Borders

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sexta-feira, janeiro 16, 2009

10 Lugares Míticos Onde Quererias Viver

10 Valhalla
Justificar completamenteRazão para viver aqui: viver ao lado de deuses e outros heróis.
Situava-se em Asgard, o reino dos deuses nórdicos, onde Odin se impunha. Seria para aqui que os guerreiros vikings viriam depois de morrerem em batalha. Chegados ao reino, integrariam o exército de Odin para defenderem o castelo. No fim, eram recompensados com refeições dignas de deuses e orgias pela noite dentro com as valquírias, filhas de Odin.

9 Camelot
Razão para viver aqui: Um dos reis mais conhecidos, Artur, terá reinado a partir daqui.
Quem nunca ouviu falar do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda, da Grã-Bretanha? Durante um reinado magnífico de Artur, onde vigorou a paz e a justiça, teria sido aqui que os cavaleiros se teriam comprometido a encontrar o Cálice Sagrado. Ah, e quem não gosta de um belo Lancelot (seja um Richard Gere ou um Ioan Gruffudd) ou de uma bonita Guinevere?

8 Utopia
Razão para viver aqui: sistema socio-político-legal perfeito
Utopia é uma ilha imaginada por Thomas More, no séc. XVI, localizada no Oceano Atlântico, onde vigorava a sociedade ideal. Depois do livro ter sido escrito, utopia passou a ser um termo de ideal irrealizavel, perfeição impossivel, fantasia.

7 Avalon
Razão para viver aqui: se boa o suficiente para Jesus, também o é para nós.
Localizada algures nas ilhas britânicas (a maioria das versões concorda com Glastonbury), terá sido aqui que a Excalibur foi forjada e onde o Rei Artur encontrou a paz eterna. Era conhecida como sendo uma das Ilhas Afortunadas, nomeadamente em maçãs. Além disso, numa das muitos versões controversas, Jesus, depois de ter "morrido e ressuscitado" terá vindo fazer uma visita à cidade. Se é bom para Ele, porque não para nós?

6 Beimeni
Razão para viver aqui: não se envelhece.
Na prática, este não é um lugar propriamente mítico, porque parece que é consenso geral que se localiza na ilha de Bimini, nas Bahamas. E também não é totalmente falso que não se envelhece. Ao que parece, há uns anos atrás, uns séculos, vá!, Juan Ponce de León, na sua procura pela Fonte de Juventude, encontrou este lugar e a verdade é que, pela qualidade da água, pelos minerais da água, ela parece realmente ter alguns poderes curativos, não que isso se note no povo de Bimini (pelo menos à vista desarmada). Poderão encontrar uma pequena fonte, com uma placa identificativa, na estrada que leva ao Aeoroporto. Mais não sei dizer.

5 El Dorado
Razão para viver aqui: muito, muito ouro.
Na verdade, o que originou toda a lenda de El Dorado não tem muito, muito ouro. Tudo começou com o chefe tribal de Muíscas, uma tribo que ainda hoje se pode encontrar na Colômbia, no meio dos Andes. Terá sido por aí, que um espanhol, Jiménez de Quesada, encontrou o homem que se pintava com pó de ouro. De um único homem, para uma cidade inteira revestida de ouro, foi um pulo pequeno mas que vincou durante toda a colonização sul-americana. Ainda hoje, esta "cidade" é procurada por muitos, sendo um dos muitos Santos Grais que andam por aí. Também não seria de esperar menos, uma vez que a lenda conta que esta cidade proporcionava qualquer coisa que quiséssemos. Nunca sairíamos insatisfeitos da cidade.

4 Ys
Razão para viver aqui: orgias.
Ys foi uma das cidades mais bonitas e impressionantes, construída abaixo do nível das águas, por Gradlon, Rei da Cornualha, para a sua filha Dahut que adorava o mar. Acontece que Dahut era muito marota e introduziu as festas e orgias na cultura do povo (e era também diabólica, porque de manhã, matava os amantes, mas isso era problema vosso, rapazes). Com as suas atitudes, a princesa irritou os deuses que provocaram uma tempestade, um maremoto que terá engolido a cidade. Existe uma lenda francesa que diz que quando Paris for engolida pela água, Ys voltará a emergir.

3 Shangri-La
Razão para viver aqui: felicidade eterna
Shangri-La não se pode chamar de mítica, é ficcional. Foi descrita por James Hilton, em Lost Horizon uns anos antes da 2ª Grande Guerra. Criou tanto furor que Hitler chegou a mandar uma expedição à sua procura. Esta cidade parece se basear na cidade, esta sim, mítica, de Shambhala, conhecida na tradição budista como centro de irradiação da bem-aventurança e residência dos sábios e de Kuan Yin, a divindade budista da mericórdia. Tal como Shambhala, Shangri-La é uma cidade "fonte de felicidade" e de quase imortalidade, onde se pode atingir uma idade superior a uma esperança média de vida normal, e estará perdida algures num vale dos Himalaias.

2 Éden
Razão para viver aqui: não se fazia nada, comia-se e andavam nus.
Bem toda a gente conhece o que a Bíblia diz sobre o jardim do Éden, incluindo os que não a lêem. Um lugar onde todas as espécies conviviam em harmonia, onde Adão e Eva podiam fazer o que quisessem, excepto comer da Árvore do Conhecimento e, ups!, o que fizeram eles? Comeram o fruto proíbido. Eles são os culpados, em última análise, da moda. Mas, enfim, até serem expulsos, este teria sido um paraíso que muitos acreditam que realmente existiu, possivelmente na antiga Mesopotâmia, actual Iraque.

1 Atlântida
Razão para aqui viver: há quem creia que a sua localização seja nos Açores.
A Atlântida foi primeiramente descrita por Platão. E nesta descrição vou alargar-me um pouco mais, pois não é todos os dias que se ouve dizer que Atlântida, o continente perdido, deu origem aos Açores. Para chegar mais perto da sua amada que vivia em terra, Poseidon, deus dos mares, construiu canais e fossos com água, lagos e riachos, que por sua vez tornaram a terra fértil e rica em minerais, como ouro, prata, estanho e até um metal único de Atlântica, mais belo que o próprio ouro, a que Platão chamou oricalco, rica em marfim, madeiras tidas como preciosas, minas de todos os metais, animais. Esta era uma ilha do tamanho de um continente pequeno. Ao que parece, Poseidon teve dez filhos, pelo que dividiu a ilha em dez principados, encabeçados pelo filho mais velho Atlas, que governaria também o oceano, daí o nome Oceano Atlântico. Ora, uma terra assim era cobiçada por muitos. Por isso, Poseidon mantinha o seu exército em constantes treinos. As defesas correram tão bem, que os atlantes tornaram-se orgulhosos, vaidosos e gananciosos. Poseidon não gostou, convocou um concílio dos deuses e preparou um castigo exemplar. Assim, depois de uma série de terramotos, a terra foi engolida ainda pelo mar. Haviam nove montanhas que por serem tão altas não submergiram por completo. O que ficou por cima do nível das águas deu origem às nove ilhas dos Açores. Tirando esta versão, as localizações possíveis e mais prováveis (no mínimo da cidade na qual a lenda se baseou) encontram-se no Mar Mediterrâneo, um pouco por toda a parte.

Fontes: List Universe, Wikipedia (inglês e português), outras fontes.

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sexta-feira, janeiro 09, 2009

O Que é Proibido Por Lei Durante Uma Guerra?

Quando a actualidade nos traz notícias diárias de guerra, numa terra que devia ser santa, encontrei um artigo bem interessante: O que é proibido por lei durante uma guerra? (por Roberto Navarro).
A lei internacional proíbe que se causem sofrimentos desnecessários aos soldados combatentes ou à população civil. Este conjunto de leis, foi assinado por mais de 180 países, na cidade suiça de Genebra, durante o que ficou conhecido por Convenção de Genebra. Actualmente, existe o Tribunal Penal Internacional encarregue de julgar crimes e violações graves das leis que regulam guerras internacionais e civis em todo o mundo.

Ataques a Civis
O QUE DIZ A LEI - É proibido fazer ataques contra civis não engajados nas batalhas, incluindo qualquer violência sexual.


CASOS DE VIOLAÇÃO - Durante an Guerra na Bósnia, entre 1992 e 1995, soldados sérvios assassinaram milhares de civis, violentaram mulheres muçulmanas e castraram rapazes.

Uso de Crianças Como Combatentes
O QUE DIZ A LEI - É proibido recrutar ou utilizar crianças menores de 15 anos nas forças armadas ou empregá-las como combatentes.

CASOS DE VIOLAÇÃO - Na guerra civil travada desde 1983 no Sudão, na África, mais de 10 mil crianças com menos de 15 anos serviram como soldados tanto no Exército do país, como nos grupos rebeldes que lutam contra o governo.

Soldados Rendidos
O QUE DIZ A LEI - É proibido matar ou ferir militares que tenham deposto as suas armas ou não estejam em condições de se defender.

CASOS DE VIOLAÇÃO - Em 1940, durante a Segunda Guerra, soldados soviéticos executaram mais de 10 mil militares polacos num campo de prisioneiros de guerra na Rússia.

Tortura
O QUE DIZ A LEI - É proibido o tratamento desumano de prisioneiros, incluindo torturas físicas ou psicológicas.

CASOS DE VIOLAÇÃO - Após a invaão do Iraque por parte dos EUA, em 2003, soldados americanos torturaram prisioneiros iraquianos na prisão de Abu Ghraib, perto de Bagdad.

Armas Químicas
O QUE DIZ A LEI - É proibido usar gases tóxicos e outros tipos de armas químicas, ou utilizar armamentos capazes de causar ferimentos desumanos.

CASOS DE VIOLAÇÃO - Na Primeira Grande Guerra, o Exército alemão desenvolveu e usou vários tipos de gases asfixiantes como armas de guerra.

Ataques a Missões de Paz
O QUE DIZ A LEI - É proibido atacar pessoal e unidades participantes em missões de paz ou assistência humanitária.

CASOS DE VIOLAÇÃO - Desde 1978, mais de 70 integrantes das missões da ONU para manutenção da paz foram mortos na guerra civil no Líbano.

Ataques a Instituições
O QUE DIZ A LEI - É proibido atacar igrejas e outros edifícios de culto religioso, monumentos históricos, hospitais e outros locais com doentes e feridos.

CASOS DE VIOLAÇÃO - Durante a guerra civil na ilha de Sri Lanka, que começou em 1983, o governo tem sido acusado de bombardear templos frequentados pela população tamil, minoritária no país.

Fontes: Mundo Estranho, Regras Básicas das Convenções de Genebra e seus Protocolos Adicionais.

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